Mini Comercial AYO GG | Dreamcatcher, Hyuna, Morning Musume, etc.

Bom, aqui estou eu, lançando mais um quadro novo no blog. Dessa vez, é uma espécie de subseção do já conhecido Comercial, onde eu faço a review de álbuns hypados por toda a blogosfera. Mas como, muitas vezes, o tempo é curto, eu resolvi fazer um apanhado do que foi lançado nos últimos três meses e falar deles coletivamente. Não vai seguir exatamente o molde do Comercial, mas serve pra dar uma opinião mais resumida do que eu achei dos álbuns que serão comentados aqui. 

Só pra todo mundo ficar na mesma página, quero falar sobre a possível pergunta que pode surgir. Afinal, o que caracteriza um álbum? Eu, Rafaella, levo o lançamento em consideração se ele tiver mais de três músicas inéditas. Isso é importante, porque muitos álbuns são recheados de remixes, versões instrumentais e por aí vai. Então, nesse post, não entram single álbuns. Não estranhe se não vir sua fave aqui, mesmo que o lançamento dela tenha uma b-side (ouviu, Sunmi?). 

Visão geral

O primeiro trimestre de 2021 tem uma diferença brusca de lançamentos entre janeiro e março. Isso porque os dois primeiros meses foram extremamente escassos no que tange lançamentos de álbuns com mais de quatro músicas inéditas. Os álbuns que serão comentados são:

BAND-MAID – Unseen World

65/100

Gêneros: J-Rock, Hard Rock

Já abrimos o post com o álbum mais agressivo, violento e potente da safra desse trimestre. O BAND-MAID fez seu retorno com Unseen World, que carrega três singles lançados ao longo de 2020. Eu conheço bem pouco delas, mas pra uma banda vestida de empregadas (o que fez o hype da galera, pelo menos de primeiro momento), eu não esperava tanta qualidade assim, com letras bem escritas, riffs malucos de guitarra e um vocal com profundidade. 

O álbum não faz o tipo de música que eu escuto, mas tem algumas coisinhas aproveitáveis na tracklist, como o single After Life. Se você gosta desse tipo de som e não conhece o BAND-MAID, tá aí uma recomendação. 

Destaques: After Life, Chemical Reaction

Cherry Bullet – Cherry Rush

70/100

Gêneros: K-Pop, Dance-Pop, Electro House, Contemporary R&B, Electropop

Desde o lançamento, o Cherry Rush cresceu muito comigo. Acabei percebendo que algumas músicas realmente foram bem executadas pelo grupo e isso acaba disfarçando uma ou outra escolha duvidosa de faixa. Isso é positivo pra um grupo como o Cherry Bullet que, apesar de ter sido negligenciado pela empresa desde o debut, lançando somente um single mais inexpressivo que o outro, acaba tendo no seu catálogo um EP muito bom. 

O single Love So Sweet, que ainda permanece com um cheiro bem gostoso de chiclete de morango pra mim, não foi o viral que a fanbase esperava. Talvez pela falta de pulso que o Cherry Bullet possua no mercado, além da polêmica com as suas irmãs mais velhas que pode sim ter prejudicado, até mesmo no atraso do EP, o que é bem triste. É bem aquilo que dizem: se fosse um grupo mais famoso, esse lançamento teria servido mais. 

Destaques: Love So Sweet, Keep Your Head Up, Whatever

Dreamcatcher – [Dystopia: Road to Utopia]

75/100

Gêneros: K-Pop, Electropop, Pop Rock

O Dreamcatcher tem se permitido ousar mais nas composições desde o começo da trilogia Dystopia. Em Road to Utopia, o grupo conseguiu se encaixar brilhantemente na trend retrô que ainda ronda pelos lançamentos coreanos, entregando sintetizadores para todos os tipos de faixas, desde o nu metal melódico de Odd Eye à caótica futurista Wind Blows. Não é o álbum mais consistente do Dreamcatcher, mas é o mais experimental, sendo que hoje elas estão nessa posição mais privilegiada de vivenciar estilos, estes que nunca antes foram provados. 

Pode até ser que o Road to Utopia não tenha caído no gosto dos mais aficionados, mas acaba sendo um produto simpático pra mim, que sempre tive esse medo do grupo se perder no seu próprio gênero. Elas deram o nome nessa trilogia de álbuns, que chega ao seu fim de forma fantástica e com esse anseio em saber logo o que mais o Dreamcatcher pode entregar no futuro. 

Destaques: Odd Eye, Wind Blows, Poison Love

Hyuna – I’m Not Cool

60/100

Gêneros: K-Pop, Dance-Pop, Pop Rap, Trap, Dancehall, Alternative R&B, Dance-Pop

Depois de um longo período afastada, envolvendo seu namoro com o Dawn, mudança de empresa e problemas de saúde, eis que a Hyuna faz seu retorno triunfal tão aguardado pelos fãs com seu sexto EP, o primeiro dessa nova fase na P Nation. E I’m Not Cool (o single), ao contrário do que eu cheguei a comentar no dia da estreia, na verdade não é tão legal assim. 

Ainda bem que existe a deliciosa GOOD GIRL pra fazer esse contraponto no álbum, sendo a faixa mais Hyuna desde Lip & Hip em 2017. E, como o EP todo é uma grande revisitação dessa carreira de mais de 14 anos, é muito bom ter a persona divertida e debochada de volta, mesmo que em diferentes facetas musicais. Em I’m Not Cool, a Hyuna debocha, faz carão, diz pra todo mundo que transa e se sente ótima. É o retorno que todos merecíamos e, principalmente, o que ela merecia. 

Destaques: GOOD GIRL, Show Window, FLOWER SHOWER

youra – GAUSSIAN

60/100

Gêneros: K-Pop, Alternative R&B, Sophisti-Pop

A youra é uma solista que eu não conhecia até o lançamento de MIMI. E continuei fingindo que não conhecia, pelo menos, até a data dessa review, apenas pra descobrir um EP coeso e com algumas coisas escondidas que trazem muito mais qualidade do que a escolha para single. 

GAUSSIAN é um trabalho interessantíssimo que sai na contramão do que estamos acostumados a ver no gênero. Como a Coreia do Sul sempre lança esses artistas mais alternativos que fazem som de cafeteria, a youra se aproveitou da sua genialidade pra trazer produções mais expressivas e memoráveis, principalmente pra quem não gosta tanto assim de k-indie. Músicas que pesam nos sintetizadores, como ZEBRA, podem ser do agrado de quem busca algo com mais personalidade. Um EP, no mínimo, surpreendente.  

Destaques: PINK!, ZEBRA, AIRPLANE MODE

AiNA THE END – THE END

85/100

Gêneros: Alternative Rock, J-Pop

Eu sempre comento no blog sobre como a AiNA THE END foi uma grande descoberta pra mim, e como eu apostei todas as minhas fichas nesse álbum de estreia dela. Valeu super a pena, pois talvez seja um dos lançamentos mais concisos e verdadeiros, tanto desse primeiro trimestre de 2021, quanto dos últimos anos em que eu acompanhei o cenário japonês. 

THE END tem doze faixas cantadas de maneira paradoxal: ríspido e doce, desajeitado e melodioso, embalados com reflexões taciturnas sobre a vida em si. A AiNA é uma baita intérprete com a capacidade de transmitir emoções específicas em casa música. Toda a solidão que existe em Kinmokusei e toda a possessão demoníaca de Niji são pequenas amostras do poder que a AiNA tem de encaminhar seu ouvinte pra onde ela quer. Há muito tempo eu não tinha contato com uma catarse musical como essa.

Destaques: Kinmokusei, Niji, NaNa, Shoshi Kondahi ni Kagitte, Hello, STEP by STEP

Kwon Jinah – The Way For Us

35/100

Gêneros: K-Pop, Rock

The Way For Us não é um álbum que possa ser degustado por fãs do kpop básico. É extremamente característico do que as solistas coreanas costumam entregar, tem bastantes baladas e números com o propósito de emocionar o ouvinte. A Kwon Jinah tem uma voz intensa e bem grave e isso é um diferencial positivo, mas não é o suficiente pra me fazer embarcar nesse álbum, com exceção da sua faixa-título com influências de rock bem interessantes. 

Destaques: The Way For Us

KEEMBO – SCANDAL

55/100

Gêneros: K-Pop, Pop Rock, Dance-Pop, Sophisti-Pop, Contemporary R&B

Não só o KEEMBO sobreviveu em um péssimo ano pra qualquer ser humano existente no planeta Terra, como deu tempo de lançarem um full álbum totalmente produzido pelo Sweetune. SCANDAL é o primeiro trabalho “oficial” da dupla ex-SPICA, depois de passarem 2020 todo lançando singles esporádicos, e são esses mesmos singles que compõem a maior parte do álbum, sob o título de “remasterizado”. 

As quatro músicas inéditas do SCANDAL, infelizmente, não chamaram tanto a minha atenção assim, justificando que o apoio das faixas recicladas fizeram uma diferença e tanto para o álbum. Scandalous, o single que, talvez, reja esse trabalho (até mesmo por associação de nomes), continua sendo o melhor lançamento do KEEMBO até então, mas também podemos destacar Voodoo como a mais expressiva dentro das novas músicas.

Destaques: Voodoo, Scandalous, Scene

AiNA THE END – Naisyo

30/100

Gêneros: J-Pop, Alternative Rock

Com uma proposta totalmente diferente em apenas um mês de diferença, AiNA THE END retornou com seu primeiro EP. Naisyo traz quatro músicas bem curtinhas com um clima mais alegre, mostrando uma personalidade oposta à sobriedade do primeiro álbum. Esse lançamento não funcionou muito comigo, mas é possível reconhecer que a AiNA é uma artista de alta adaptabilidade no que ela se propõe a fazer, mesmo recorrendo ao seu som obscuro ao colocar Dare Dare Dare no meio da tracklist. 

Destaques: Dare Dare Dare

aiko – Doushitatte Tsutaerarenaikara

55/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock

Para o seu 14º álbum, a aiko manteve sua sonoridade característica de rock e jazz que sempre a acompanhou nos seus diversos trabalhos. A forma como ela explora diferentes nichos dentro desses dois estilos resultou em músicas bem gostosas de ouvir, como Jishaku, mas acho que a duração das faixas é um ponto que desfavorece o produto final. Algumas músicas pecam pro repetitivo e o álbum acaba ficando longo demais. Ainda assim, é impressionante como a aiko ainda é relevante pro japonês médio, visto que Doushitatte Tsutaerarenaikara teve ótimas posições na Oricon. 

Destaques: Aozora, Jishaku, Last

G-reyish – M

65/100

Gêneros: K-Pop, Dance-Pop, Electropop, Trot

Ter um grupo que brinca com várias sonoridades presentes na primeira e segunda geração do kpop em pleno 2021 é um respiro. O G-reyish lançou seu primeiro EP, M, promovendo uma viagem ao passado em cada faixa, que vai desde o EDM que foi majoritariamente utilizado por grupos mais antigos, até o trot, gênero super clássico da cultura sul-coreana. 

M é composto pela mistura de algumas reciclagens e músicas inéditas, como Blood Night, que faz a vez de single do álbum. Mas saibam que, apesar de ser boa, ela não é o destaque aqui. Flertes com o T-ARA da era John Travolta Wannabe e alguns sucessos do Brave Brothers são os verdadeiros protagonistas, acentuando ainda mais o momento em que vivemos com o Brave Girls roubando a cena e todos os prêmios nos programas musicais. M é um verdadeiro deleite pra todos que sentem saudades de tempos mais fáceis.

Destaques: Johnny Go Go, Kkili Kkili

Punch – Full Bloom

50/100

Gêneros: K-Pop, Ballad, Contemporary R&B

A Punch sempre teve muito destaque sendo intérprete de diversas trilhas sonoras dos dramas coreanos, mas pouco se vê sobre seus trabalhos solos. Com Full Bloom, eu entendi que ela consegue entregar mais do que baladas apáticas, com inclusão de faixas R&B de ótima qualidade, como acontece em I’m jealous. Mesmo que o EP não faça meu estilo de música, é notável que a Punch tem capacidade de superar Stay With Me, os coreanos apenas precisam dar mais valor ao que ela produz sozinha. 

Destaques: I’m jealous

Purple Kiss – INTO VIOLET

70/100

Gêneros: Contemporary R&B, K-Pop, Electropop, Dance-Pop

O debut do Purple Kiss foi bastante aguardado por quem acompanha kpop e posso dizer que a estreia foi muito bem sucedida. Com INTO VIOLET, o grupo conseguiu unir o conceito que as envolve, de serem uma mistura das cores azul, representando músicas mais calmas, e vermelha, que mostra músicas mais ousadas, criando assim o Purple Kiss.

Pra um grupo novo, o EP está surpreendentemente coeso. O R&B sensual de Can We Talk Again é algo que não se via há muitos anos e foi um ótimo pré-lançamento que conseguiu segurar as expectativas para o debut oficial. Também temos Skip Skip como a melhor representante do lado vermelho, onde o Purple Kiss apostou em um número reggae bem descompromissado. Mas o que importa no final é que INTO VIOLET causou uma boa primeira impressão.

Destaques: Ponzona, Can We Talk Again, Skip Skip

Weeekly – We play

60/100

Gêneros: K-Pop, Electropop, Dance-Pop, Trap, Contemporary R&B

Com um estilo irreverente para os padrões atuais, o Weeekly conquistou, aos poucos, seu espaço na indústria coreana. As vendas do último mini de uma possível trilogia, o We play, provam que elas estão crescendo e ganhando cada vez mais seu público, estabelecendo-se como uma grande potência da quarta geração. 

Só acho que o que diminui a experiência com o EP é que ele é bem disperso, musicalmente falando. We play começa muito bem, mas depois de alcançar o auge com o single After School, a tracklist sofre uma queda brusca de qualidade e isso acaba tirando muitos pontos do feedback final. É um pouco justificável pelo fato de ainda ser um grupo rookie, mas espero que elas encontrem uma sonoridade própria logo.

Destaques: Yummy!, After School

yukaDD – 21×21

50/100

Gêneros: J-Pop, Pop Soul, Contemporary R&B, Electropop, Adult Contemporary

Para seu primeiro álbum, a yukaDD fez questão de deixar registrado como a Christina Aguilera influencia seu modo de fazer música. Desde o registro vocal, bem semelhante ao da cantora americana, até a grande maioria das faixas do 21×21, principalmente a faixa-título que lembra bastante a fase mais soul music da Aguilera, com o álbum Back to Basics. A forma como a yukaDD imprimiu várias identidades sonoras do pop ocidental do começo dos anos 2000 faz de 21×21 um álbum bem saudoso e ousado para os padrões atuais do jpop. 

Destaques: 21×21, Bubble Up, Superhero

Sejeong – I’m

45/100

Gêneros: Adult Contemporary, K-Pop, Chamber Pop, Contemporary R&B

I’m é o segundo mini álbum da carreira da Sejeong, o primeiro completamente direcionado a isso após o fim do gugudan. E devo dizer que, apesar de uma melhora na entrega, ainda acaba se tornando um lançamento morno assim como foi sua estreia com Plant. É um EP difícil de ser escutado mais de uma vez por conta da tracklist mediana, que tem como seu maior feito o fato de ser distribuída de forma justa para equilibrar as sonoridades. 

Como single, a Sejeong promoveu Warning em parceria com o rapper lIlBOI e é uma música bem simpática, escrita por ela mesma assim como as demais músicas do I’m. Ser um EP autoral diz muito sobre o caminho que a Sejeong quer seguir como solista e eu espero que ela amadureça ainda mais seu estilo musical, seja ele qual for. 

Destaques: Warning, Let’s go home

WJSN – UNNATURAL

75/100

Gêneros: Dance-Pop, K-Pop, Future House, Contemporary R&B, Pop Rap

Se o WJSN vinha entregando algumas músicas mornas até o ano passado, UNNATURAL foi o EP que mudou essa perspectiva. Um lançamento extremamente maduro, coeso e moderno, sua faixa-título brinca com elementos de ballroom e sons já conhecidos da sonoridade do grupo, criando assim uma música única que se destaca como uma das melhores desse trimestre. 

O mini álbum também não decepciona quando reinventa o house em várias de suas faixas, algumas que eu considero as melhores da carreira. É bom que a Starship finalmente esteja apostando no WJSN, pois com UNNATURAL, foi possível ver que o grupo consegue muito bem sustentar essa aura mais sóbria, mesmo que a balada no final realmente tire pontos importantes da sua nota.

Destaques: UNNATURAL, New Me, YALLA

Ikimonogakari – WHO?

40/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock

Aparentemente, o Ikimonogakari ainda é uma banda bem querida no Japão, visto que WHO? ocupa a quarta posição no ranking da Oricon no exato momento desse post. Eles tem bastante apelo com os fãs de anime, principalmente Boruto, já que BAKU é a abertura da nova temporada. E, apesar do Ikimonogakari lançar sempre o mesmo tipo de som, BAKU é uma música muito legal de se ouvir em meio a um álbum tão desnecessariamente melodramático. Se você gosta da banda, isso aqui vai ser um bom lançamento. 

Destaques: BAKU, Ee janai ka

Morning Musume – 16th ~THAT’S J-POP~

70/100

Gêneros: J-Pop, Dance-Pop, Trap, Electropop

É surpreendente que em 2021 o Morning Musume ainda esteja lançando álbuns com alguma relevância, sendo esse o mais divertido de se ouvir desde a década de 2000. Com um nome bem sugestivo, THAT’S J-POP realmente tem a função de ensinar como funciona a música popular japonesa a quem estiver disposto a aprender, mesmo que algumas faixas acabem pesando a mão no eletrônico. 

Músicas como Junjou Evidence e Seishun Night têm o papel de relembrar os bons tempos que o Morning Musume não se levava a sério o suficiente pra tentar algo conceitual, mostrando porque o grupo vive até hoje. As novas gerações seguram o álbum muito bem; talvez, pra algumas, fazer parte de uma data tão especial como os 20 anos do Morning Musume um tempo atrás tenha despertado essa vontade de manter esse nome como parte da história, mesmo que ele acabe um dia. 

Destaques: Aishite Nan ga Warui!?, Junjou Evidence, Seishun Night

Ranking

14. AiNA THE END – Naisyo

13. Kwon Jinah – The Way For Us

12. Ikimonogakari – WHO?

11. Sejeong – I’m

10. Punch – Full Bloom, yukaDD – 21×21

09. KEEMBO – SCANDAL, aiko – Doushitatte Tsutaerarenaikara

08. Hyuna – I’m Not Cool, youra – GAUSSIAN, Weeekly – We play

07. IU – LILAC

06. BAND-MAID – Unseen World, G-reyish – M

05. Chungha – Querencia

04. Cherry Bullet – Cherry Rush, Purple Kiss – INTO VIOLET, Morning Musume – 16th ~THAT’S J-POP~

03. Dreamcatcher – [Dystopia: Road to Utopia], WJSN – UNNATURAL

02. (G)I-DLE – I burn

01. AiNA THE END – THE END

Média do trimestre: 60/100

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Autor: Rafa

26 anos, de São Paulo e ativa nessa vida de pop asiático há mais tempo do que eu gostaria.

3 pensamentos

  1. Menina, eu fico em choque com a sua paciência pra fazer um post nesse nipe, e ele ficou ótimo demais! Eu tenho alguns desses álbuns que eu puxei um saco enorme aqui (tipo o do Band-Maid e Dreamcatcher) e outros que nem puxei tanto o saco mas gostei (Purple Kiss)… agora vou ficar 👀 pro próximo mini comercial

    Curtido por 1 pessoa

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