Xepa AYO GG | Lançamentos que não deram tempo de comentar

Olá, amores da minha vida! Como vocês estão hoje? Queria aproveitar esse espaço antes de começar a comentar as músicas de fato pra dar alguns recados. O primeiro é que o AYO GG completou seu centésimo post com a review coletiva de álbuns do primeiro trimestre que eu fiz na sexta-feira, e aí eu fiquei refletindo sobre como a gente chegou longe com essa história doida de ter um blog (de novo). Mas a conquista é muito importante pra mim, ainda mais acompanhando os gráficos de tráfego aqui no WordPress e vendo que o número de visitantes tem aumentado. Parece repetitivo, mas é um bagulho surreal, sério. 

Segundo recado: visto que o blog tem alcançado mais gente, em breve o AYO GG vai cobrir o primeiro show da carreira, meninas. Dia 1º de maio, o MAMAMOO vai fazer um show online e eu, Rafaella, vou estar lá (na verdade aqui na minha casa) pra contar tudo de legal que rolou. Não é meu primeiro show do MAMAMOO, mas é o primeiro show online que eu participo e eu ainda não sei direito como eu vou abordar esse assunto aqui, então quem sabe eu não tenho a oportunidade de perguntar que porra foi essa? Espero que mais artistas façam esses shows (e cobrem baratinho igual o MAMAMOO fez). 

E o terceiro recado é que o blog vai participar de um trabalho de faculdade (no caso, meu trabalho da faculdade) e eu enxergo nisso um potencial pra trazer mais público pra cá, afinal minha turma é ENORME. Pra quem não sabe, eu faço Design Gráfico e não posso contar muito sobre o que eu vou fazer e como eu vou encaixar o AYO GG nisso, mas a apresentação vai ser gravada, aí eu disponibilizo o link pra quem se interessar. Só posso dizer que eu to bem animada com esse trabalho. 

Enfim, introdução longa demais… Vamos falar da Xepa de hoje, que tem um número razoável de músicas pra serem comentadas. 

LUNARSOLAR – DADADA

Eu acho o direcionamento desse grupo tão confuso… Não sei se foi só comigo, mas quando o LUNARSOLAR apareceu ano passado, eu jurava que era um grupo de 8 integrantes porque eu achei a divulgação muito porca. Pra fazer esse post, eu tive que pesquisar e descobri que são 4 mesmo. Segundo que eu quero entender porque o primeiro single álbum se chama “flare” e o segundo se chama “rise”. Não era pra ser o contrário? Primeiro o sol nasce, depois ele ilumina. Enfim, essa derivação de ITZY que chamaram de DADADA é péssima, mas a fotografia e direção desse MV são surpreendentemente impecáveis pra umas nugas desse tipo. Sem contar que amei a campanha a favor do isolamento social. 

Amber (ft. PENIEL) – neon

Eu to mordida com a Amber desde os comentários ridículos que ela fez a respeito de um vídeo de um homem negro que foi abordado de forma completamente irracional pela polícia por comer um sanduíche. Como eu já fui muito fã do f(x), a Amber sempre foi minha preferida e, de repente, eu taquei o foda-se. neon é simpática, mas não vai ser isso que vai me fazer voltar a dar alguma atenção pra ela (talvez nada faça), e se eu continuo ouvindo f(x) até hoje, é somente pela discografia impecável. 

Moon Sujin (ft. TAEIL of NCT) – The Moon

A Moon tem uma voz tão rasgada e gostosa de ouvir, né caras? E se as cacuras do EXO-SC não deram espaço pra ela demonstrar direito o que sabia fazer, The Moon faz isso muito bem, mesmo sendo uma balada que eu não faria questão de ouvir de novo. E eu gosto também do fato da voz dela ser um tom mais baixo que a voz do Taeil, assim ambas se complementam lindamente na música de um jeito bem incomum pros padrões atuais (de pensar que uma mulher precisa ter a voz mais fina que a do homem). Além disso, The Moon se liga ao sobrenome dos dois, enquanto fazem juras de amor sob à lua. Bem bonitinho. 

Ayumi Hamasaki – 23rd Monster

Servindo uma belíssima máscara de tule que o coronavírus cagaria em cima em uma capa feita no Paint, Ayumi Hamasaki soltou sua segunda música do A BALLADS 2, a primeira inédita desde Dreamed a Dream. 23rd Monster marca o aniversário de 23 anos de carreira da Ayu, lançado exatamente no dia 8 de abril. Lembra muito números que ela executou no My Story e até mesmo no Duty, imprimindo a ferocidade de uma cantora veterana que sabe muito bem o caminho que quer seguir, fazendo referências a sua própria história principalmente quando ela cita que “qualquer coisa que saia do comum, é chamado de monstro”. Nesse verso, é usado A MONSTER em caixa alta, como se a Ayu estivesse falando dela mesma, assim como o título da música sugere que esse “monstro de vendas” está completando 23 anos de jornada. 

NiziU – Poppin’ Shakin’ 

Com mais uma demo do TWICE adaptada pro japonês, o NiziU finalmente lança nas plataformas seu single duplo. E se Take a Picture ainda tinha algum apelo comercial e chiclete comigo, Poppin’ Shakin’ só evidencia o quão velha eu to pra continuar me sujeitando a essas coisas. A música é completamente irritante, só isso (como se fosse pouco). É triste que elas não consigam ser mais que um grupo cover do TWICE, daqueles que se apresentam nesses eventos capengas de kpop, com meia na canela, saia rodada e uma camiseta Jungkook 97. 

FEMM – Keep it Cool

Amo o FEMM reciclando o cenário pela TERCEIRA vez (quarta, se for contar a coreografia de Peach) e que, de novo, a música utilizada não consegue superar Come & Go. Vou acreditar que é o conceito e que a pobreza da avex não tenha exercido influência aqui, mas até que Keep it Cool tem alguns elementos legais, como o instrumental que consegue me remeter a algumas loucuras boas do falecido Daft Punk. Ainda assim, é intankável os comentários da galera reclamando desse fundo verde. 

BiSH – STAR/ZENSHiN ZENREi

STAR é uma música que o BiSH lançou em março e acabou passando batido por mim (assim como as músicas do projeto solo da Ayuni D, o PEDRO). Não é um desses rocks escandalosos que elas costumam lançar e eu gosto; na verdade, é bem contida e não faz muita coisa por mim. Ultimamente, eu ando bem mais interessada no que a AiNA THE END tem lançado solo do que essas coisas avulsas do BiSH. 

ZENSHiN ZENREi, além de ser muito melhor, marca a estreia de um projeto doido da Yuki Kashiwagi (sim, do AKB48) como membro temporário do BiSH. Essa maluca resolveu se meter em todos os grupos da WACK por um tempo e dar seu pitaco de extrema importância nas produções. Não sei quanto tempo ela vai fazer morada no BiSH, mas acho que ela já começou muito bem, até porque ZENSHiN ZENREi é diferente de tudo que o AKB48 já lançou na vida. Acho que ela quer tirar um ano sabático e falar uns palavrões de vez em quando, e quem somos nós pra julgar?

Sakuzaraka46 – BAN/Guuzen no Kotae

Sakurazaka46 é aquele grupo que nasceu em cima do melhor grupo 46 que já existiu na história e que, infelizmente, morreu cedo demais. Nunca canso de falar isso, cadê o povo levantando hashtag no Twitter exigindo justiça pro Keyakizaka46? Enfim, o debut delas ano passado é horrível, mas BAN chamou bastante minha atenção, até mesmo me lembrando alguns dos melhores singles das falecidas. Óbvio que não é uma Silent Majority, mas será que eu vou me render ao Sakurazaka46? Vale lembrar que o single duplo vai ser lançado oficialmente no dia 14 de abril. 

Por outro lado, Guuzen no Kotae é o que se espera desses grupos idols gigantescos: uma música com aura mágica como se fosse uma abertura de anime, com o diferencial de contar a história de um romance lésbico entre duas amigas de colégio, que se transforma num amor platônico bem dolorido. Apesar da música ser insossa, o MV é bem bonito contando essa narrativa, e que eu não enxergo como bait (mesmo tendo esperado um beijinho). Achei que o roteiro foi bem delicado abordando o assunto e, só isso, já faz com que o Sakurazaka46 seja o melhor dessa safra de grupos 46 atualmente (e que tá capengando demais, vamos ser sinceros, Akimoto).

Essa foi a Xepa de hoje. Até que teve bastante coisa aproveitável, principalmente por parte dos jotapopes (o que me deixa muito feliz, já que o gênero tinha dado uma caída nos últimos anos). Até!

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Autor: Rafa

26 anos, de São Paulo e ativa nessa vida de pop asiático há mais tempo do que eu gostaria.

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