Xepa AYO GG | Lançamentos que não deram tempo de comentar

E aí, galera bonita! Como vocês estão nessa domingueira? Acho que eu nunca comentei, mas eu odeio domingo, e hoje é um daqueles que eu nem sei o motivo da minha existência. Ainda bem que tem a Xepa pra movimentar um pouco o meu dia. 

Falando nisso, vocês perceberam que eu to trocando a identidade visual do blog aos poucos? Então, sexta-feira eu troquei o logo e o tema, agora os quadros fixos (Xepa, Resumão, Comercial, Pacotão) vão ter imagens destacadas personalizadas. Óbvio, críticas são sempre bem-vindas, mas eu acho que isso dá um “tcham” a mais. Não estava previsto nos meus planos, mas às vezes eu faço as coisas no imediatismo mesmo. 

Enfim, recados dados, vamos lá conferir o que teve durante a semana que eu não consegui comentar.

Azer – Elegante

Eu já vi chamarem esse grupo de tantos nomes, entre eles Razer e Blazer, mas eis que uma universidade resolve lançar um grupo de kpop como parte de um estudo sobre como as integrantes podem contribuir com a montagem do todo, seja compondo, coreografando e cuidando do próprio marketing. Esse grupo se chama Azer, nascido no departamento de kpop da Universidade de Howon e sua coordenadora/manager é a Shin Yeonah, ex-Big Mama. 

Aí elas soltaram esse moombahton chamado Elegante e, apesar do refrão parecer um pouco fora do ritmo, a música é bem coesa no que se propõe. Acho que faltou um pouco de pulso na execução, mas pra quem é um projeto nascido em uma faculdade, tá mais que ótimo. É bem melhor que o estudante de cinema/audiovisual apresentando o TCC achando que é o próximo Alfred Hitchcock. 

Punch – My Everything

O que mais me chamou atenção nesse lançamento é o close no pé da Punch com esmalte branco. Que horror!

SOYOU – Good Night MY LOVE

Esse aqui tem história (literalmente). Obviamente eu não esperava a próxima Gotta Go, mas o fato de Good Night MY LOVE ser uma música mais acústica é o de menos quando eu fui ler a letra depois de assistir o MV, e é interessante como ambos fazem esse paralelo, se complementando. 

A letra foi escrita pela Hyori, e a SOYOU não é a personagem principal da história. Na verdade, são duas pessoas que não se conhecem, mas vivem suas dificuldades (uma dona de casa e um funcionário de um aquário) enquanto sonham em se tornarem atores. E a letra tem o papel fundamental da SOYOU dizer que sabe o quanto eles lutam diariamente, então só deseja que eles tenham uma boa noite. Acho que é o tipo de música que a gente precisa ouvir diante de tempos tão tenebrosos quanto esse que estamos vivendo.

Jiselle (ft. CHANGMO) – LANGUAGE

Não lembro direito das coisas que a Jiselle lançou antes, mas ela é uma dessas poucas cantoras de indie/R&B que não são extremamente chatas (Heize e Suran que o digam, né). A música é boa e talvez eu lembre de ouvir de vez em quando. 

AiNA THE END – Kare to Watashi no Hondana

Essa menina simplesmente não para de lançar música, gente. Faz nem duas semanas que eu comentei sobre Dare Dare Dare que só foi entrar no Youtube e ver um vídeo novo. E não só isso: ela lançou um full álbum em janeiro e esse mini álbum agora em março. Ou seja, quem é fã da AiNA THE END não passa fome porque a bicha tá sempre jogando alguma coisinha pro bando de surtado que acompanha ela. Pra Kare to Watashi no Hondana, ela trouxe um estilo completamente diferente, que é um pop rock alegre e um clipe em stopmotion. Pra mim tá tudo certo, só preciso me acostumar com a forma como a voz dela se encaixa na música. 

Utada Hikaru – One Last Kiss

Parece que Evangelion 3.0+1.0 é real, depois de meses de atraso, e a Utada Hikaru lançou um vídeo caseiro pra última música que compõe um compilado de outros lançamentos da cantora pra franquia. Eu deixei de me interessar por Evangelion há anos, mas One Last Kiss é uma boa música que lembra um pouquinho os tempos de Fantôme. 

Ayumi Hamasaki – Haru yo, koi

Não sei se é porque faz tempo que eu não acompanho a Ayumi Hamasaki, mas… A voz dela tá tão esquisita nessa música. Não quer dizer que tá ruim. Talvez seja pra se encaixar o conceito enka de ser mais melódico e dramático, mas eu estranhei das primeiras vezes que eu ouvi. Fora isso, a velha mandou bem nesse cover (a música original é da Yumi Matsutoya, que também é excelente) e como as duas músicas se distanciam no sentido de instrumental e sentimento que querem passar só prova como a Ayu ainda tem a capacidade de emocionar nos baladões, mesmo com 5% da audição. 

Essa foi a Xepa da semana, que está bem mais recheada que a semana passada (ainda bem). Isso conclui mais um fim de semana do blog, e com a ótima notícia de que as nossas playlists no Spotify ressuscitaram com o acordo assinado entre a plataforma e a Kakao M (que mudou de nome, por algum motivo que eu não sei). 

Autor: Rafa

26 anos, de São Paulo e ativa nessa vida de pop asiático há mais tempo do que eu gostaria.

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