Feliz ano novo, amores! Como passaram pela virada? Aqui foi tudo bem, fiquei tranquila na minha casa com meu namorado, fiz um pernil com batata e ervas que ficou uma delícia e, depois da meia noite, corri pro computador pra terminar essa PORRA. Mentira, não é uma porra, mas é cansativo, sempre acho que vou dar conta e acabo enlouquecendo durante o processo. Confesso que os comentários melhoram tudo depois, amo ver vocês indignados com as minhas escolhas e, na real, amo ver vocês interagindo sempre que possível.
Todo primeiro dia do mês eu posto as músicas que eu selecionei pra playlist, mas em dezembro/janeiro isso não acontece porque eu fecho a lista na metade do mês e quem lançar coisa depois vai ter que esperar a próxima bateria de posts no final do ano seguinte. Então, como de praxe, vou usar a introdução dessa última parte do ranking pra comentar sobre os números que o blog alcançou e quais são as perspectivas pra 2024.
Já começo o ano novo completando três anos aqui no WordPress e, sinceramente, nunca pensei que fosse durar tanto. Aliás, nunca imaginei na minha vida criar uma comunidade, mesmo que pequena, que goste de ler e comentar as coisas que eu escrevo. Não vou citar nomes porque tenho medo de esquecer alguém, mas aos meus amigos da blogosfera fundo de quintal, os antigos e novos leitores e todo mundo que apoie o AYO GG a continuar existindo e resistindo na internet, meu muitíssimo obrigada. Por tudo que eu passei em 2023, se não fossem vocês, acho que eu já teria desativado isso aqui, mas sempre ganho um gás nos primeiros meses e quero fazer desse um ano mais produtivo aqui no blog, na medida do possível.
Antes de irmos ao top 10, vamos falar de números. 2023 terminou com exatas 96.942 visualizações e 25.423 visitantes em 99 postagens, um aumento de 23% em relação ao ano anterior. É uma felicidade que nem cabe dentro de mim, e podem ter certeza que esse ano a gente vai trabalhar pra continuar crescendo e estourando a bolha. Em ordem, os dez posts mais vistos do blog em 2023 foram:
– Chill Kill é boa, principalmente se o Red Velvet quiser parar por aqui (13/11/2023);
– As melhores de cada grupo da segunda geração do kpop (22/04/2023);
– Sowon, polêmica de nazismo e a figura falsa de “burro” do idol coreano (01/02/2021);
– As 50 melhores músicas do TWICE (28/08/2023);
– Hoje é meu aniversário: nada mais justo que falar sobre como a Lee Gai “enganou” a indústria do kpop por um ano (19/07/2022);
– Por onde andam as ex-participantes do SIXTEEN? (08/05/2021);
– Afinal, o que aconteceu com o Honey Popcorn nesse fim de semana? (19/01/2021);
– Foi bom enquanto durou, mas as críticas do (G)I-DLE não têm mais o mesmo efeito em Queencard (15/05/2023);
– Atsuko Maeda, ex-idol, atriz, mãe: o que existe por trás do monstro de vendas do AKB48 (08/02/2021);
– (G)I-DLE botou mais do que um cropped e reagiu pra caralho em Tomboy (14/03/2022).

10. Lexie Liu – delulu
– Melhor mandopop –

Fico imaginando o que seriam das humildes listas do AYO GG se eu tivesse a decência de pesquisar mais sobre mandopop. A Lexie Liu, por exemplo, teria um papel crucial pra movimentar o jogo e provavelmente roubaria lugares importantíssimos das suas e das minhas faves. O monstro pop ALGTR pegando um sexto lugar em 2021 e expulsando uma nugu qualquer da lista oficial; metade do último full álbum dela aparecendo em posições altíssimas. Na verdade, eu pensei em incluir o The Happy Star, mas fiquei insegura, não conhecia a Lexie direito e também não achei justo colocar agora porque a data de corte da playlist é 15 de dezembro, e o álbum saiu no dia 6 do ano passado. E aí é uma pena (pra mim, pras outras mocreias da lista é sorte mesmo) que esse ano não tenha sido tão produtivo. Quer dizer, ela só lembrou que era uma cantora lá pro finalzinho com delulu, que não é ruim de jeito nenhum, nem se ela quisesse. A magia de se acompanhar a Lexie Liu nos últimos anos é sempre ter uma surpresa positiva, ainda mais se você gosta desses números frenéticos extraídos diretamente dos anos 2000 e processados de uma maneira que eles soem ainda mais enlouquecidos. Espero que ela nunca abandone essa personalidade esquisitona.
09. ITZY – Kill Shot

Lembram da época em que o ITZY lançava coisa boa? Pois é, uma história muito curta que rendeu só uma página frente e verso, sendo que a última entrada é Kill Shot. Imagina você faz parte do grupo e tem uma puta demo dessas disponível pra gravar. A mixagem final tá ótima, é aprovada pra fazer parte do seu próximo EP, cuja tracklist já parece ótima, tem potencial até pra ser um single. Todo mundo entusiasmado com a possibilidade da carreira do ITZY entrar nos trilhos de novo, mas o executivos acham que uma música que repete o próprio título 77 vezes (sim, eu contei) em três minutos é tudo que o grupo precisa pra competir com os outros atos da geração. Aí corta pra performance ridícula desse single nos charts. A situação do ITZY é de dar pena e não existe a menor chance de perceberem a cagada que fizeram com essas coitadas, então o jeito é se contentar com verdadeiras jóias do electroclash tipo Kill Shot morrerem no anonimato. Parece até piada isso daqui existir no mesmo ambiente que Cake. O instrumental bagunçado de boygroup é executado à perfeição, nos mínimos detalhes, como se fosse o chefão mais difícil do jogo. E todos os vocais extremamente bem encaixados, os sussurros, os graves, as risadinhas debochadas de quem sabe que já venceu. Com isso aqui na discografia, o problema nunca foi o ITZY se entregar ao girl crush.
08. aespa – Hold On Tight
– Melhor OST –

Tenho todas as ressalvas do mundo para com o filme Tetris. Como a marxista-leninista que sou, acho que a visão de um filme que se passe durante a Guerra Fria nunca vai ser imparcial, independente das ideologias ou nacionalidades de quem tenha dirigido. Tetris não é exceção; a jornada heroica pra conseguir lançar um videogame promissor feito por trás da infame “cortina de ferro” leva muita bagagem ocidental a respeito do que acham que a União Soviética foi, porque uma história sempre precisa ter um lado bom e um lado ruim, e isso é uma ótima motivação pra que o revolucionário jogo soviético dos blocos não fique estagnado num bloco estatal “em ruínas”: o mundo precisa saber dessa novidade. Mas, no geral, sem o compromisso com a verdade, é um filme bem divertido e eu sou apaixonada no Taron Egerton desde que ele interpretou o Elton John. A trilha sonora também é uma delícia, bem oitentista como mandava o roteiro, mas a surpresa ficou com o aespa mesmo. Hold On Tight foi o pontapé pro excelente ano do grupo, usando o sample maravilhoso de Korobeiniki pra criar essa atmosfera de iminência, narrando quase em tempo real uma corrida tensa pelos direitos do jogo. Deveria ter sido indicada a melhor canção original no Oscar 2024? Não sei, não entendo nada de cinema, mas é a melhor do aespa esse ano. Opa, quer dizer: a melhor em inglês.
07. Billlie – enchanted night ~ white night

Um dia, conversando com o Dougie, ele me perguntou qual seria a minha música favorita de 2023. Eu respondi o que vocês vão ver mais pro final e ele falou “talvez a minha seja enchanted night”. Se vocês forem lá no blog dele, vão ver que a posição mais alta realmente ficou pro Billlie e eu acho que ele não tá errado em gostar tanto dessa faixa. Primeiro que ela preenche o vazio que o GWSN deixou desde o disband, abandonando uma nação de gays que viviam pelos synthwaves compassados que as gatas sempre faziam questão de lançar. Ela é a Tweaks ~ Heavy cloud but no rain do Billlie, só que num formato menos dançante e com insinuações setentistas, meio eletrônicas. Uma contradição, quase uma faixa anacrônica, mas o resultado é arrepiante. enchanted night também conta a história do desaparecimento da personagem central da lore do grupo e eu acho foda demais como elas dão essa interpretação fantasiosa, como se fosse uma lenda passada de geração para geração do tal vilarejo onde elas vivem. Os segundos finais me deixam sem ar porque eu passo a ter a visão da menina sumida, mas sem conseguir alcançar ela de fato. E a estrofe que fecha a música também é maravilhosa, trazendo essa sensação de cliffhanger engasgada na garganta (é só a torneira pingando? e se não for só uma torneira?). O Billlie nunca foi melhor que isso aqui.
06. IVE – I Am

Depois de barbarizarem a fanbase com o pop sensual mid-2000s Love Dive e o disco perfection After Like, o IVE tinha a difícil missão de se manter nos níveis que impôs pra si. Pra quem veio de um sample bilionário da Gloria Gaynor (acusada de plágio por adolescentes invejosas fãs de Stray Kids ou qualquer outra coisa horrorosa assim e que não sabem o que é um sample), uma demo descartada da Ava Max, que é uma das cantoras mais cafonas que eu conheço, talvez não fosse o melhor dos mundos, mas I Am dá o nome. Foi a música mais tocada de 2023 segundo o meu Spotify, e sim, eu me apaixonei por toda essa euforia de um pop mais épico e grandioso. Ainda me impressiona o tom dessa música ser tão alto, mas faz parte do pacote de sensações que o IVE quer causar aqui: enclausurar o ouvinte numa onda de bliss constante, levando ele às alturas; não à toa a música é recheada de sonoplastia de aviões decolando. Aliás, visualmente elas se mantêm no topo o tempo inteiro, numa mistura de glória por serem um dos grupos principais dessa nova geração, e absurdo. Wonyoung saltando sem paraquedas e sumindo entre as nuvens? Um prêmio semelhante ao Oscar segurando o logo do grupo acima da cabeça? Essa opulência toda faz muito jus a I Am porque, nessa trilogia de pops fáceis que o grupo lançou, ela quer muito ser essa faixa extremamente marcante a ponto de ser um grande déjà vu quando qualquer outra piranha tentar lançar uma igual. Enfim, lendas.
05. aespa – Spicy

E aí a questão é que esse foi o grande momento da carreira do aespa, tanto em 2023 como num geral. No último comeback quiseram mostrar que a cota de mina fodona já está preenchida por elas, mas Spicy traz isso pra um âmbito mais… Real, talvez? Quer dizer, o que você faria se fosse uma pata choca estadunidense no ensino médio e desse de cara com o aespa nos corredores do colégio? Eu, por exemplo, mijaria nas calças. Já comentei várias vezes que eu lutei muito pra não gostar dessa música. A Hold On Tight lá de cima já tinha mexido um pouco com os meus ideais a respeito do aespa, não queria outro lançamento, dessa vez o principal, alcançando patamares tão altos assim. Mas não teve muito o que fazer e, quando percebi, já estava apresentando Spicy pra todos os meus amigos que não conheciam kpop (todos gostaram muito, inclusive). E, caras, isso aqui é tão bom. É o tipo de música que não conhece limites e devasta sua vida, come seus ouvidos de dentro pra fora e faz de você um zumbi cuja existência serve apenas pra dar stream. Foi basicamente o que eu fiz nos dois meses subsequentes e, assim, sem culpa nenhuma. Spicy é uma delícia que te empodera pelos motivos errados. Foda-se o feminismo! Fubangas não merecem nada de bom porque só as apimentadas demais pro seu coração têm um lugar reservado no céu.
04. LE SSERAFIM – Eve, Psyche & The Bluebeard’s wife
– Melhor album track –

Essa daqui também foi um evento. Porque alguém da Source Music é burro pra caralho na escolha dos singles, sim, mas principalmente porque Eve, Psyche & The Bluebeard’s wife é o número de pista definitivo do ano. O LE SSERAFIM já entregou umas faixas bem bucetônicas na mesma pegada, mas não passavam de intros; existia uma demanda e ela precisava ser alimentada. Daí o que ninguém esperava era que o grupo auto-sampleasse aquele dance break da apresentação do MMA 2022 e, além disso, melhorasse e muito a sonoridade dele. É só escutar ele logo em seguida pra entender como Eve expandiu a níveis estratosféricos esse universo caótico de introduções apoteóticas (que nasceu de uma ostra) do grupo. A densidade dessa música é magnética, como uma areia movediça que abraçasse nosso corpo e nos puxasse pro submundo de acordo com a nossa vontade. Cada verso é simplesmente icônico, uma amostra de rebeldia feminina enraizada em três figuras importantes da ficção. Eva, que mordeu a maçã e foi contra as ordens de Deus; Psiquê, que se entregou aos prazeres com um deus e deixou sua mortalidade pra trás; e a esposa do Barba Azul, que acaba descobrindo o assasinato de outras seis esposas do seu marido. Eu anseio pelo proibido. Mas, sabendo do significado ou não, essa é uma faixa que expressa atitude sem muito esforço, perdida entre as batidas obscuras de um clube inglês. A melhor e mais ousada álbum track que o kpop soltou esse ano.
03. So!YoON! – Smoke Sprite (ft. RM)

No seu melhor trabalho em um álbum incrível falando sobre as várias visões do amor, So!YoON! assina uma parceria com o líder do BTS pra cantar a respeito de um tema já batido… Que faz a curva e vira inovador. Vou explicar com as palavras da própria. Smoke Sprite nada mais é do que o amor idealizado, aquele que, de tão perfeito, só existe no campo dos sonhos. O próprio título da música quer dizer algo como cortina de fumaça, artifício usado pelos ninjas pra despistar sua saída de um campo de batalha, e ele tem esse exato significado aqui, como se alguém adentrasse a cabeça da So!YoON! e utilizasse uma cortina de fumaça pra sumir, representando o despertar de um sonho. Em contrapartida, temos o take do RM também falando sobre fantasias extracorpóreas e amores que não existem na vida real, mas esse dueto, que deveria ser um cantando pro outro, se torna a canção de duas pessoas cantando para outras duas pessoas diferentes, entregues, de joelhos, prontos para morrer. Eles não têm conexão, só são mais duas vítimas de um amor platônico, onde a So!YoON! é o lado mais utópico e imaginário e o RM, o mais carnal. Tipo yin e yang, luz e trevas e todos esses confrontos clássicos. R&B sujo, atmosférico e com o apelo que os k-indies penam em entregar, sou completamente viciada. Deve ter sido a música que eu mais escutei durante os últimos três meses do ano.
02. NMIXX – Party O’Clock
– Melhor kpop –

O mundo realmente virou do avesso quando, de repente, as pessoas se estapeavam pra definir qual era a melhor música que o NMIXX lançou em 2023. Times se formaram pra discutir enxertos extremamente homossexuais de um grupo que estreou aniquilando não só uma boa parte da população, como também a diversão de se acompanhar o kpop. Viradas inesperadas e igualmente cafonas, singles que já nasceram condenados ao fracasso, composições confusas. Ninguém entendeu o que a JYPE quis fazer. Até a pobre da JINI pulou fora dessa cilada e perdeu um “n” pelo caminho, então esconderam tudo numa gaveta e decidiram reintroduzir um novo NMIXX, com um som repaginado, revisado e… Mais básico? Sim, quem diria que fazer o feijão com arroz de sempre daria mais certo do que reinventar a roda. Algumas pessoas ficaram ao lado de Roller Coaster, que é ótima também, mas por aqui Party O’Clock cresceu de um jeito… Fiz piada ao longo do ano, falando que era capaz da faixa pegar um top 20, que passou pra 10 e, no final, assumiu lindamente a segunda posição dessa lista. E, assim, Party O’Clock é maravilhosa. Não sei dizer direito o que mais me atrai aqui, talvez seja um conjunto de fatores que se reuniram no lugar e tempo certos. Adoro quando a música desacelera totalmente e depois engata de novo; os raps intercalados com os vocais gostosinhos são ótimos; a letra é lindinha demais, sempre penso no Liu quando ouço. E o refrão, nossa… Tão gracioso. São como bolinhas de sabão estourando uma atrás da outra, e as gotículas que caem na pele quente segundos depois. Por muito, muito pouco mesmo não foi a melhor do ano.
01. ExWHYZ – Blaze
– Melhor jpop –

Antes de me sentir uma pequena fadinha vagando entre as flores numa noite de verão, eu desci até o inferno pra entrar de penetra numa boate esquisitíssima com o ExWHYZ. Como já contei várias vezes, eu panfleto esse grupo pros meus amigos sempre que possível e consegui alguns frutos. Lunei adorou Furachina Summer. Já o Dougie ficou maluco quando ouviu Des Speeching. Mas nenhum deles adotou Blaze, que foi a minha resposta pro Dougie quando ele me perguntou qual era a minha favorita de 2023 e é também a famigerada continuação de xANADU. E é uma pena porque essa porra dessa música deve ser a melhor coisa que o Japão já fez, pelo menos, nos últimos cinco anos. Esse filho da puta do Miru Shinoda é um deus. Ele conseguiu extrair o som bruto de um apocalipse e transformou em algo que vai tocar quando a gente perder a batalha pro aquecimento global e a humanidade for extinta. Não vai sobrar nada a não ser um galpão abandonado com luzes vermelhas suspeitas e convidativas, e essa faixa no fundo. O som mais alto, limpo e definido que nenhum de nós vai ouvir porque todo mundo vai ter morrido. Sabe aqueles vídeos do Youtube de músicas perturbadoras que ninguém deveria escutar? Blaze tá lá, corrompendo geral com suas batidas demoníacas como se fizesse parte um ritual satânico, ou a trilha sonora de um dos membros da Mishima Corp, provavelmente o Jinpachi parrudo e possuído por sei lá o que. Se você prestar atenção, nos segundos finais tem um grito aterrorizante, abafado pelo instrumental cada vez mais insano do refrão. Só não se atenta a isso mais que o necessário não, nunca se sabe se a sua alma vai voltar pro corpo corretamente. Tenho medo do ExWHYZ não superar isso aqui e merecia muito mais que um “dance movie”, mas, caralho, só eu sei o que eu daria pra ouvir Blaze ao vivo.
Vocês sabiam que agora eu vendo minhas artes? Lá na Colab55 tem algumas opções de produtos com estampas que eu fiz e você pode comprar pra ajudar essa pobre coitada que escreve o blog.
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Achei que aquele rock que tu ficou panfletando, falando que era como se fosse do Oasis na Coreia do Sul, ficaria em primeiro. Não é desse ano?
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é desse ano sim só que é masculino
e eu vou dar um biscoito pra essa música sim, em outro post
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parabéns rm do bts por conseguir o feito de participar de um top só de mulheres talvez a maior conquista de sua carreira
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Fabulous top1 no meu coração!!!
O top10 ficou bom, tirando o Itzy o resto foi bem melhor do que a parte que tinha a música do macarrão.
Feliz ano novo
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ITZY maravilhoso!
Pior que é esse estilo mais rock combina com elas, e os solos e b-sides nesses estilos sempre são os melhores delas, só falta a JYP tomar vergonha na cara e abraçar logo esse estilo delas (E tbm não socar comeback delas com o NMIxx no mesmo mês)
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1° Feliz ano novo!!
2° Depois das chocantes aparições do everglow com slay, o grupo novo da DSP (?) com uma música que esqueci o nome (É algo sobre queijo, né?) a senhora resolveu chocar novamente com o itzy em 09?
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por kill shot eu dou minha vida!!!
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