Jpop, Rinha

Rinha AYO GG | Chisato Moritaka

Depois de, sei lá, quase um ano, esta blogueira que vos fala finalmente está de volta com o Rinha, um quadro onde eu escolho uma artista cuja discografia seja grande o bastante e abro um debate sobre cada um dos álbuns de acordo com o meu gosto pessoal e primeiras impressões conforme fui ouvindo e escrevendo (porque o intuito é trazer gente que eu não conheça muita coisa pra falar sobre, mas também pode rolar posts de artistas que eu já goste muito, como aconteceu com as senhoras do Perfume).

Pois bem, o que me motivou a voltar a escrever o Rinha foi, obviamente, uma única pessoa capaz de me fazer escutar 800 álbuns em menos de uma semana: Rodrigo, do Ásia Asiática. Assim como a Akina, a pessoa de quem eu vou tratar nessa edição é fruto das minhas perambulâncias pelo perfil do Rate Your Music do Rod, que sempre rende umas indicações muito boas principalmente de jpop num geral. A personalidade do Rinha de hoje, e ainda estreando o novo design do blog pra esse tipo de post, é Chisato Moritaka!

Ficha técnica

Apesar de ter nascido em Osaka em 1969, Chisato Moritaka cresceu na prefeitura de Kumamoto, em Kyushu. Vinda de uma família de artistas, com seu pai, membro de uma banda rockabilly, e sua mãe, uma atriz aposentada, a gata começou a ter destaque no meio ao vencer a edição de 1986 do concurso Pocari Sweat Image Girl (que, segundo o Jorge do site Wakabara, é tipo se a Gatorade fizesse um concurso pra eleger a garota-propaganda deles aqui pra gente). 

Depois de estrelar várias propagandas da Pocari Sweat e um filme, Chisato realizou seu debut musical no ano seguinte, com o álbum New Season. E um fato curioso é que, apesar de se encaixar dentro do gênero idol kayo nos seus primeiros anos musicais, como várias da mesma época, ela ainda destoava por ser compositora de grande parte do seu trabalho. Com isso, Chisato lançou 13 álbuns de estúdio (os únicos que serão ranqueados aqui), duas compilações, dois EPs e um álbum de remixes enquanto esteve em atividade, já que em 1999 ela decidiu se aposentar após seu casamento com o ator Yosuke Eguchi. 

Por muito tempo ela permaneceu quietinha, mas acabou retornando à carreira pública dez anos depois, no programa de TV Bokura no Ongaku. Desde então, Chisato segue lançando novas compilações com seus maiores sucessos, além de tocar bateria vestida de garçonete, seu traje icônico. Ela é uma das personalidades mais carismáticas do Japão e a sua discografia é a prova disso, como vamos ver a seguir. 

#13 Lucky 7 (1993)

20/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock, Surf Rock

Lançado como uma homenagem aos sete anos de carreira dela e aproveitando o gancho de ser o último sob o selo da Warner Music Japan, Lucky 7 talvez seja a tentativa mais infantil da discografia da Chisato. E isso pode ser ligado ao fato desse álbum ser uma espécie de proto-inspiração em uma das suas bandas favoritas: os Beatles. Muitas faixas da tracklist lembram as canetadas Lennon-McCartney na primeira metade dos anos 60 e, numa tentativa de replicar esse som numa roupagem mais japonesa, temos a Chisato se aventurando no rock sessentista e todas as suas vertentes, mas o resultado ainda parece ter muitas arestas. É interessante ouvir pensando nessa comemoração de artista pra fã mesmo, já que o álbum todo é bem animado do começo ao fim, com rockzinhos bobos e baladinhas de amor. Recomendo Otoko no Roman, um número que destoa do restante por ser meio jazzificado com uma letra quase falada perdido lá pelo fim da tracklist. 

Destaques: Otoko no Roman

#12 Kotoshi no Natsu wa More Better (1998)

25/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock, Dance-Pop

Kotoshi no Natsu wa More Better é o único trabalho da Chisato produzido por um time minúsculo que consistia dela e do cantor Harry Hosono, e também foi aquele que representou um número drasticamente menor de vendas em relação ao seu antecessor, fazendo com que a cantora não tivesse um certificado da RIAJ depois de dez anos. Dá pra entender: é um álbum curto e bastante experimental, talvez o maior da sua carreira se a gente for pensar no estilo musical da Chisato como um todo, ainda mais nesses últimos anos em que ela esteve produzindo músicas inéditas. É basicamente um lançamento de verão como indica a capa, utilizando tambores de aço e até marimbas no processo pra criar esse clima tropical (e consegue). Só que a tracklist é chata e não engata, sobrando para o cover de Tokyo Rush segurar a onda e ser a única coisa memorável do álbum todo, até porque eu gosto desse contraste entre os vocais da Chisato com as falas do Hosono. 

Destaques: Tokyo Rush

#11 Pepperland (1992)

30/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock

Esse álbum representa um ponto-chave na carreira da Chisato, um trabalho que praticamente divide seu período como cantora em dois, muito distintos entre si. Isso é positivo? No caso de Pepperland, não. É um lançamento chatinho, apesar de bastante autoral, com a Chisato se envolvendo de cabeça na composição e arranjo de todas as músicas. Inclusive, Pepperland foi onde a mona tocou bateria pela primeira vez, instrumento que a acompanharia pelo restante dos anos, além de se meter no violão, na guitarra e no baixo. Também pode ser considerado um trabalho bem intimista, que liga a Chisato às suas raízes em Kumamoto ao nomeá-lo em homenagem a uma sala de música, que por sua vez surgiu do lado B do disco Yellow Submarine, dos Beatles. É exatamente essa vibe que o Pepperland vai te passar, sem todas as loucuras psicodélicas prepotentes do quarteto inglês, sendo Ame no Asa, um house melancólico, o único ponto de ousadia do álbum todo.

Destaques: Ame no Asa

#10 Peachberry (1997)

40/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock, Trip Hop

Aqui, a Chisato realizou o sonho de qualquer beatlemaníaco da face da Terra: foi até Londres e se utilizou do espaço do lendário estúdio Abbey Road pra gravar o Peachberry, e só de ouvir a gente percebe que a sonoridade dele é um pouco mais limpa que os demais álbuns dela. O single Sweet Candy é uma gracinha, com um instrumental que é um sonho de tão gostoso, e o MV mostra várias cenas da Chisato passeando por Londres durante a concepção do álbum. Além disso, consigo destacar também Mitatori yo Watashi, um número meio trip hop bagunçado com ares futuristas que conversa com as tendências que estavam rolando no ocidente naquela época. Ainda assim, falta um punch aqui. O Peachberry fica pendurado por duas músicas enquanto o restante não empolga tanto quanto deveria, mesmo bastante alinhado à proposta de parecer um trabalho mais surreal e até bucólico. A embalagem é fofa e desperta interesse, mas o conteúdo não cumpre as expectativas. 

Destaques: Sweet Candy, Mitatori yo Watashi

#9 Step by Step (1994)

45/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock, Folk-Pop

Loucura é um álbum de uma jovem de 25 anos parecer ter sido gravado por uma senhora de 40. Esse é o melhor resumo que eu posso dar do Step by Step, o trabalho inédito da Chisato mais bem vendido da sua carreira e que marcou uma pausa de dois anos depois dela ter sofrido um deslocamento na mandíbula (motivo pelo qual o lançamento seguinte, a coletânea Do the Best, ter acumulado um certificado triplo de platina pelo RIAJ e ser de fato o seu álbum mais vendido num geral). Fato é que o Step by Step soa surpreendentemente maduro, principalmente se colocarmos o trabalho anterior para fins de comparação. Talvez ela quisesse passar uma nova impressão agora que tinha um contrato com a zetima, mas canções como Kaze ni Fukarete (seu ultimate hit single) transparecem uma sobriedade muito maior de quem um dia já foi identificada como idol kayo. Tanto essa música quanto o restante do álbum não lembram em nada a Chisato de roupas coloridas e extravagantes, mostrando que ela realmente estava entrando de vez numa nova fase da sua carreira. 

Destaques: Otoko nara, Kaze ni Fukarete

#8 Sava Sava (1998)

50/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock

No final dos anos 90, Chisato beirava seus 30 anos. O álbum anterior não teve o retorno esperado; talvez ela estivesse crescendo e abrindo uma porta de novas possibilidades. Sava Sava marca seu ponto final na indústria (mesmo que ela tenha retornado aos palcos mais de uma década depois), quando se viu disposta a levar uma nova vida ao lado do então namorado Yosuke Eguchi e, mais tarde, como mãe. A produção reúne um time que já havia trabalhado com ela antes, fazendo com que a sua despedida tivesse um ar mais intimista e familiar, e são essas características que destacam Sava Sava como algo meramente memorável. Apesar do álbum ter uma sonoridade bem comum pra época em que foi lançado, composições como Denwa são as mais adultas que ela já escreveu, como se a Chisato daquele momento estivesse olhando o reflexo da Chisato que ainda trabalhava como garota-propaganda da Pocari Sweat de um jeito orgulhoso. 

Destaques: Denwa, Kiken na Hodo

#7 Rock Alive (1992)

52/100

Gêneros: J-Pop, Rock, Pop Rock

Rock Alive é uma empreitada interessante, neste que é seu último momento de cantora extravagante de franja pomposa e terninhos brilhantes. Acho a capa desse álbum uma coisa linda, marcante, com a presença quase imponente da figura da Chisato num fundo gradiente amarelo e roxo, onde tudo é muita informação, mas parece tão bonito aos olhos. Eu só achei que sentiria muito mais ouvindo ele. No final, Rock Alive é bem morno pra algo que se chama Rock Alive e passa uma imagem tão forte assim. Principalmente na segunda metade da tracklist, falta uma identidade que una todas essas músicas que, sozinhas, até funcionam bem, mas que dentro desse trabalho é um amontoado de ideias eletrônicas, guitarras soltas que lembram o AC/DC e números mais calmos que não têm sentido de existir aqui. Concert no Yoru é uma ótima introdução, no entanto, lembrando músicas bem legais do rock progressivo como as do Heart, outra potência feminina na história do rock; pena que, assim que termina, passa a sensação de que, no final das contas, o Rock Alive é uma viagem perdida.

Destaques: Concert no Yoru, Rock Alive

#6 Kokon Tozai (1990)

60/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock, Dance-pop

Uma palavra descreve o Kokon Tozai: enorme. O megazord de 18 faixas da Chisato que se propôs a cantar sobre todos os lugares e épocas (a tradução literal do álbum) é o começo de um distanciamento do kayokyoku que a consolidou no final dos anos 80; aliás, é essa sensação que passa mesmo, como se a virada de década também fosse a virada de página na carreira dela. Porém, o álbum sofre com os mesmos problemas do trabalho mencionado acima, agravado pelo fato da tracklist ser extensa em tempo e tamanho. Então, por que Kokon Tozai ficou na frente? O critério de desempate foi, além de maior coesão com o conceito todo, ainda conter aquela aura divertida e enérgica dos primeiros lançamentos da Chisato. Mesmo estando na média, é possível ter bons momentos com o rock desesperador de Oni Taiji e o maravilhoso cover de Oye Como Va, que é melhor do que qualquer outro cover dos Beatles que ela já tenha lançado. Em Kokon Tozai, a Chisato consegue soar como a idol descontraída e uma musa sexy em questão de segundos enquanto viaja calmamente por diversos ritmos, por isso eu acho que esse álbum vale bem mais o seu tempo. 

Destaques: Oni Taiji, Oye Como Va

#5 Mite (1988)

67/100

Gêneros: Idol kayo, J-Pop, Synthpop, Hi-NRG, Dance-pop

O famoso álbum da música do estresse, e também onde a nossa Chisato se aventurou a botar a mão na massa e escrever várias de suas faixas, o que se tornou um enorme diferencial entre ela e as demais que lutavam por espaço no final da era Showa. Mite é um álbum bom, mas não tão bom quanto outras coisas que ela se meteu a compor (e que vão aparecer mais pra frente); é aquilo, a mona ainda tava aprendendo e se testando até pegar o jeito. Ainda assim, duas grandes músicas desse trabalho são canetadas dela e a estreia não poderia ter sido melhor. Stress vai ser sua assinatura pra sempre, usando o uniforme rosa de garçonete e cantando que o estresse não faz bem para o planeta, tanto que ela ainda se veste assim quando quer. No geral, Mite consegue segurar bem a qualidade dos álbuns anteriores e ainda deu a oportunidade da Chisato imprimir sua própria personalidade nas letras, o que foi um ótimo passo pra que ela se tornasse a artista autêntica que é hoje. 

Destaques: Omoshiroi, Stress

#4 New Season (1987)

70/100

Gêneros: Idol kayo, J-Pop, City Pop, Synthpop

Com apenas 18 aninhos, Chisato estreava musicalmente com o álbum New Season, que ainda não contava com composições suas, mas que não deixa de ser uma ótima ouvida. Foi aqui que ela iniciava sua parceria de quase dez anos com o músico e compositor Hideo Saito, dono de vários lançamentos que foram hits na voz da fofa. E, mesmo sendo um debut que deveria imprimir aquela imagem inocente que as idols da época tinham, New Season é um trabalho com identidade própria. Yume no Owari é de uma melancolia gostosa e sofrida nos vocais ainda não tão amadurecidos dela; talvez seja uma das minhas músicas favoritas de todas. Em contrapartida, Otis Redding ni Kampai é um R&B inesperado cheio de groove e ousadia, com camadas de trompetes e saxofones, e de um registro de voz bem mais grave da Chisato, o que deixa a faixa uma crocância só. Mostrar essa dualidade sendo do idol kayo não é uma tarefa comum, tampouco fácil, mas a bichinha sabia onde estava pisando. 

Destaques: Yume no Owari, Otis Redding ni Kampai

#3 Taiyo (1996)

78/100

Gêneros: J-Pop, Pop Rock, Folk-Pop

O grande choque pra quem acompanha a Chisato talvez seja Taiyo estar no top 3 desse post, mas falem o que quiser: esse álbum é uma explosão de felicidade, injustamente massacrado no Rate Your Music. Mesmo as faixas mais caídas conseguem exprimir esse sentimento de otimismo que permeia o trabalho todo, combinado com uma capa gracinha feito essa que me faz querer comprar a versão física. Natsu wa Paralleilon, que é uma espécie de segunda parte de outra música do mesmo álbum, abre a tracklist com um soco de alegria, quase um musical da Disney que realmente desperta coisas boas e ainda consegue soar melhor que a sua versão original (que se chama La La Sunshine). Gin Gin Gin é uma faixa sobre… Gin. Mas é tão divertido o jeito que a Chisato canta a respeito de vários drinks feitos com gin, além de contar com uma jam session ali no meio. Nem consigo deixar de sentir inveja do quão gostosa deve ter sido a gravação dessa música. Taiyo carrega títulos muito marcantes pra carreira da Chisato: foi o último álbum a receber um certificado de vendas da RIAJ e também foi o último no qual seu parceiro de longa data Hideo participou. Mesmo com algumas conquistas melancólicas e inesperadas, acho que Taiyo tenta desesperadamente soar feliz, e acaba sendo genuíno. 

Destaques: Natsu wa Paralleilon, Gin Gin Gin, So Blue

#2 Hijitsuryokuha Sengen (1989)

80/100

Gêneros: Idol kayo, J-Pop, Pop Rock, Dance-pop

Anos antes de se jogar numa tentativa estranha, porém cheia de boas intenções em entregar um produto interessante de se ver e ouvir, a Chisato foi extremamente certeira quando lançou Hijitsuryokuha Sengen. Assumindo a personagem de uma idol diferente do comum que flerta propositalmente bem com ela mesma, esse álbum de nome esquisitão e difícil é uma grande paródia do que é ser uma idol japonesa, com todos os seus medos e defeitos. Numa época onde o Japão foi moldado por figuras tão perfeitas que eram quase impossíveis de serem alcançadas, tal qual a deusa Seiko Matsuda, a perspicácia da Chisato em entregar um trabalho assim é sem precedentes. Quando Hijitsuryokuha Sengen saiu, era o fim da era Showa, e mulheres começaram a assumir lugares cada vez mais importantes. Sem receio, Chisato canta sobre fiascos românticos e inseguranças em A-kun no Higeki, e até faz piadas com o fato de ser uma idol “sem habilidades”. O cover da banda japonesa Carnation, que inclusive participou da produção do álbum, também é muito bom. Chisato é a cara da nova era: provocante, moderna, dona de si. A crítica esteve aqui o tempo todo, mas só quem é esperto captou.

Destaques: Kondo Watashi Doko ka Tsurete itte Kudasai yo, A-kun no Higeki, Yoru no Entotsu

#1 Mi-ha (1988)

85/100

Gêneros: Idol kayo, J-Pop, Synthpop, Hi-NRG, Pop Rock, Dance-pop

Mi-ha: gíria para uma garota imatura e desmiolada, segundo o post do Wakabara. Foi com essa premissa que Chisato escreveu sua primeira música que carrega o nome do álbum e, olha só que interessante como a mágica acontece. Basta dar papel e caneta pra uma idol japonesa e, de repente, ela tá cantando sobre ser amorosamente livre, sem intenções de se envolver com alguém. E se o cara não quiser nada, tá tudo bem: é só um lance. Muito à frente de seu tempo, Mi-ha é um álbum que, assim como a Chisato, não se define. É pop, é rock, é qualquer coisa que você quiser; esse era o slogan de propaganda. E nessa de ser descompromissada, acabou nascendo um trabalho extremamente leve, divertido, gostoso de ouvir, ao mesmo tempo em que é coeso e muito bem amarradinho. E, apesar de ter sido lançado durante a primavera japonesa, eu gosto muito de músicas como Overheat Night e 47 Hard Nights, que soam extremamente veranescas. Mi-ha tem uma vibe tropical incrível, é um álbum quente, delicioso, empoderador, daqueles que você não consegue parar de escutar. Tenho certeza que acabou inspirando uma geração de menininhas japonesas, ditas “mi-has”, a serem donas da própria vida. 

Destaques: Overheat Night, Can’t Say Good-Bye, 47 Hard Nights, Mi-ha

Resumo

#13 – Lucky 7 (1993) – 20/100

#12 – Kotoshi no Natsu wa More Better (1998) – 25/100

#11 – Pepperland (1992) – 30/100

#10 – Peachberry (1997) – 40/100

#9 – Step by Step (1994) – 45/100

#8 – Sava Sava (1998) – 50/100

#7 – Rock Alive (1992) – 52/100

#6 – Kokon Tozai (1990) – 60/100

#5 – Mite (1988) – 67/100

#4 – New Season (1987) – 70/100

#3 – Taiyo (1996) – 78/100

#2 – Hijitsuryokuha Sengen (1989) – 80/100

#1 – Mi-ha (1988) – 85/100

Acompanhe o AYO GG nas redes sociais:

Facebook | Twitter | Youtube

Se você gosta muito do AYO GG e quiser transferir uns trocados pelo Pix, utilize a chave rafaellasolla@hotmail.com.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s