Pacotão AYO GG | As 100 melhores de 2023 (85-71)

Diferente do ano passado, nada de ruim aconteceu comigo no natal, então o cronograma das postagens continua normalmente. Como passaram? Comeram bastante? Ansiosos pro ano novo? Aqui no AYO GG, mais uma parte da lista de fim de ano vai saindo, matando uma porção de eventuais bops pelo caminho. 

Ah, vocês devem ter percebido que eu não postei aquela listinha de melhores letrapopes que eu escutei. Esse ano não vai ter mesmo porque eu não ouvi quase nada fora as coisas que eu escuto aqui pro blog, kek. Duas delas vão aparecer nos próximos dias já que eu prometi que começaria a introduzir mandopop nas postagens regulares.

85. Red Velvet – Chill Kill

– Melhor canto do cisne (?) –

Deve ter mais umas duas faixas desse último álbum do Red Velvet mais pra cima da lista, mas o que deve ter sido o canto do cisne não-oficial do grupo tá aqui. E que canto, né? Prestes a completar dez anos de existência, o Red Velvet dá sinais de que talvez pare (ou pelo menos desacelere bastante), e acho cada vez melhor que essa decisão tenha sido tomada com Chill Kill. Li algumas reviews, principalmente dos meus amigos de blogosfera, e cheguei a conclusão de que o fato da Yeri ser uma adulta completa agora e todas comemorarem o aniversário dela no MV fecha um ciclo. Claro, é Red Velvet e todas as interpretações são possíveis, mas o tema principal daqui deve ser mesmo o amadurecimento, e todo o processo difícil e doloroso do “deixar ir”. A Yeri entrou no grupo sendo uma pirralha em Ice Cream Cake. Todas fizeram parte da criação dela e agora é o momento de devolver pro mundo, inclusive numa estrada muito parecida com o vídeo citado antes. Ainda que a SM não efetivamente dê um fim pros seus grupos, Chill Kill seria um encerramento muito digno, bonito e, acima de tudo, respeitoso com a história toda do Red Velvet. 

84. MISAMO – Do not touch

Uma unit com as primas mais quentes da região de Kansai era o sonho de consumo de qualquer fã do TWICE. O meu também, eu amo essas queridas, são praticamente minhas mães, mas é óbvio que eu esperava uma coisa mais lacrativa, mais pop-drogado-sujo-saído-do-útero-de-um-twink-japonês. No fim das contas, a gente recebeu um EP de demos nipônicas da Ariana Grande, e talvez eu tenha me acostumado com essa concepção ao longo dos meses. Do not touch é extremamente gostosa e rebolativa, daquelas que deixam o bico do peito sensível. As próprias já passam a faixa toda gemendo sobre como elas são uma obra de arte perfeita e intocável, quase como se pegasse toda a roupagem erudita que as boleiras usaram no ano passado (e que eu gosto também) e reaproveitassem da forma mais putífera possível. Parando pra pensar, esse conceito combina bastante com a aura do MISAMO. Nenhuma delas tem um vocal expressivo e que alcance notas muito altas, então um R&B mais contido foi uma boa escolha. Só queria que elas ousassem mais daqui pra frente. 

83. bala – barla

Provavelmente só três pessoas no Brasil todo conhecem e escutam bala: eu, o Dougie e a femcelibato. Enquanto a minha preferida tá mais pra cima nesse ranking, não posso dizer que não gosto da produção que o Osawa deu pra elas de presente; na verdade eu gosto muito, mas ouvi bastante e acabei enjoando, outras coisas vieram depois, enfim. Sendo sincera, o bala passa longe de ser um ato japonês que vai estourar a bolha e virar um fenômeno mundial porque o próprio jpop não tem conseguido encontrar uma maneira de se desvencilhar do poder do Hallyu, mas a ideia por trás do coletivo é infundir todos os elementos do Cool Japan de uma forma que seja palatável para a geração Z. Se a gente for pensar em microcosmos, elas meio que fizeram isso. Quando assisto ou escuto barla, é como se toda aquela onda de sentimentos ultra exagerados a respeito da cultura japonesa me atravessasse com a mesma intensidade de anos, daquilo de ficar maravilhada com todas as possibilidades de música, jogos, animes, tecnologia, moda, enfim. Se você foi um adolescente que consumia avidamente o Japão nos anos 2000 que nem eu, você sabe do que eu to falando. Existe uma aura estranha e futurista que só os nipônicos proporcionam, e o bala encabeça isso hoje. 

82. ExWHYZ – Dive

Nesse segundo álbum, o ExWHYZ se permitiu explorar os limites da música eletrônica e juntou uma porção de produtores babilônicos da cena japonesa nessa empreitada. Em Dive, é como se dois universos colidissem e, com isso, dessem origem à música mais melancólica da história. Como já comentei algumas vezes, o ExWHYZ é o renascimento de outro grupo da WACK, chamado EMPiRE. Apesar de flertarem com o pop vez ou outra, o EMPiRE tinha aquele template rockish-anti-idol que todos os outros atos da WACK possuem, é quase um mantra da empresa. Ainda não sei direito o que aconteceu, mas isso foi rompido no ano passado; e essa deve ter sido a decisão mais certa que o Watanabe já tomou na vida dele. Sendo assim, eu enxergo Dive como se fosse esse rompimento com o passado porque é o casamento perfeito entre o som do EMPiRE e a nova identidade do ExWHYZ. Os segundos finais disso aqui, com a guitarra passando por cima dos sintetizadores como se fosse uma serra elétrica devastando tudo pela frente, é um dos momentos mais catárticos da música pop. 

81. KISS OF LIFE – Bad News

– Melhor Unforgiven – 

Tenho algumas opiniões sobre o KISS OF LIFE que podem desagradar muita gente, já que, pelo visto, elas foram automaticamente declaradas como a novidade mais empolgante do ano, mas vocês só vão saber daqui alguns dias. Por enquanto, o que eu tenho a dizer é que Bad News é muito mais interessante. Por algum motivo, a cota cuntry (sim) precisava ser preenchida há algum tempo. É um conceito que deveria ser mais explorado no kpop por conta do potencial gigante de se botar meia dúzia de gostosonas sensualizando com uma calça de couro e franjas extremamente colada ao corpo e um chapéu de vaqueiro que cobre metade do rosto pra manter o ar de mistério. Tipo um filme de velho oeste mesmo, só que com mulheres bonitas e fatalmente (no sentido literal) sedutoras. O LE SSERAFIM chamou o Nile Rodgers pra isso e foi um fiasco, mas deixou a porta entreaberta pra quem quisesse tentar, e era óbvio que Natty e amigas fariam algo desse mousse. Bad News é muito competente no que se propõe. Ela é a mistura de proporções perfeitas entre o country e o hip hop noventista que já é a ideia central do grupo, e todas as mudanças de tom da música são muito bem costuradas. Essas gatas têm algo muito precioso nas mãos. 

80. TWICE – Set Me Free

Já o TWICE está começando a botar o pé no freio depois de anos a finco na labuta, recebendo as chicotadas do JYP nas costas (mentira que eu recentemente li fofocas de insiders e era o próprio grupo que organizava a agenda de lançamentos nesses últimos tempos #leaveJYPalone). De qualquer forma, Set Me Free é a música que encabeça essa fase mais tranquila e que, provavelmente, vai se tornar um padrão daqui pra frente. Eu gosto de Set Me Free, o que não parece ser algo unânime na minha bolha, mas queria justificar a posição baixa falando sobre um incômodo que eu tenho com essa faixa. Não é sempre que o TWICE acerta, isso é um fato. Até os comebacks mais fracos (entre os recentes) são bem executados, fazem algum sentido dentro do mood do grupo naquele momento, mas Set Me Free é um peixe fora d’água nesse quesito. Os versos são muito bons, o refrão é decente porém bem construído, mas a ponte é uma desgraça, e aí a música não se amarra muito bem. Até recuperar o ponto onde foi deixada, Set Me Free faz uma volta muito chata num trap desnecessário de uma música que tinha tudo pra ser boa. Dito isso, 2024 com certeza.

79. ODD EYE CIRCLE – Je Ne Sais Quoi

É muito louco estar em 2023 e falar de um lançamento do ODD EYE CIRCLE. Eu jurava que nunca mais ouviria uma notícia sobre o trio do olho estranho, só que o fim do LOONA foi um evento tão crucial quanto Vingadores: Ultimato foi pra matar a franquia de filmes de herói de vez, e os planetas se alinharam pra botar as monas no radar (e posse) do Jaden Jeong de novo. Mas conseguir os direitos de uso do nome da unit? Isso foi um evento absurdamente mesopotâmico na fanbase. Eu tenho todas as ressalvas do mundo em relação ao Jaden, mas é inegável que ele deveria estar se contorcendo pra conseguir as três de volta e retomar o ODD EYE CIRCLE exatamente do lugar onde elas esperavam por ele. Isso rendeu um EP incrível que também dá suas caras em algumas posições desse ranking, sendo Je Ne Sais Quoi a primeira aparição. E não tem nenhum motivo específico pra essa música morrer cedo; ela é ótima, aquele R&B adulto que o ODD EYE CIRCLE já apresentou algumas vezes e sempre é muito bem executado, mas dentro da tracklist tem coisas mais legais. Isso não elimina o fato de que esse ressurgimento foi o momento por alguns dias do ano. 

78. XG – Left Right

Quem lembra da vagabunda da AYO GG apedrejando o XG na lista de piores de 2022? Corta pra vagabunda da AYO GG botando as crianças do Max Matsuura como uma das 100 melhores músicas desse ano. E essa não é a única, ok? Sim, o XG conseguiu se reinventar como eu havia previsto (na verdade implorado) nas minhas menções lá em janeiro, ainda que tenham começado 2023 derrapando feio mais uma vez. Mas foi só um susto: Left Right é o prelúdio da incrível sequência de bons lançamentos que o grupo entregou. Pra começar, ainda não sei definir o XG. São japonesas cantando em inglês e se aproveitando do modelo sul-coreano de se promover (inclusive se apresentando nos Sabadaços de lá), mas também não sei se querem botar algum rótulo nelas um dia. O que importa é que o XG aconteceu, mais do que o esperado, e livrou a avex do fantasma da falência por alguns meses. Em maior escala que o bala, acho que elas representam bem o Cool Japan, algo que as demais agências deveriam fazer, não importa o método: se espelhar no case de sucesso que foi esse projeto do Matsuura, se apropriando da indústria estrangeira que mais arrecada fundos no país hoje e transformando num produto autêntico. Falo mais disso mais pra frente.

77. Girls² x iScream – Rock Steady

Outra empresa fazendo um trabalho semelhante é a LDH, que renovou o catálogo depois de perder oficialmente todos os grupos que formavam o E-girls com o disband do Happiness esse ano. Na verdade, essa era uma coisa que eles já faziam muito bem, mas as fontes mudaram. Se antes a LDH olhava pras tendências globais e trazia para os atos da casa performarem (inclusive naquele modelo de cantoras e dançarinas igual ao Pussycat Dolls), agora o foco é o kpop. E não tem nada de errado nisso, visto que o próprio kpop também estava atento a tudo que acontecia do lado de cá do globo antes de se tornar um fenômeno por si só. E isso vai além da cópia em carbono de algo: Rock Steady tem personalidade. Tanto o Girls² quanto o iScream são grupos genuinamente japoneses (no que diz respeito à musicalidade), mas com alguns toques de pop que grande parte da indústria do jpop se recusa a dar uma espiada. De uma ótica mais sentimental, Rock Steady é uma grande homenagem ao megazord E-girls. Não sei se ainda cabe na atualidade, mas esse é um projeto que poderia cruzar as fronteiras de uma colaboração esporádica.

76. fromis_9 – Attitude

Ao longo do tempo, o fromis_9 foi ganhando a fama (ou infâmia, depende do ponto de vista) de sempre investir no mesmo tipo de sonoridade. Isso começou quando elas deram um boost nas vendas durante o período pandêmico, com o conceito bem mais amadurecido em Feel Good, e as músicas subsequentes viraram variações disso. Não à toa, o grupo lançou nesse ano um álbum inteiro dedicado ao mesmo template disco pop que, querendo ou não, deu uma carreira pra elas. O Unlock My World continua sendo um exemplo de trabalho consistente e bom, mas é algo que cansa com o passar dos meses. O fromis_9 mesmo tem um replay factor cada vez menor comigo, então acredito que seja por isso que Attitude foi a única sobrevivente da tracklist a contar história por aqui. Essa é uma faixa totalmente diferente de tudo que o grupo já fez, seja na fase atual ou no passado mais aegyo. É uma nova abordagem musical que caiu no fromis_9 feito uma luva, sem fazer correspondência a qualquer tendência sul-coreana atual. Aliás, Attitude é bem sóbria, anticlimática, quase uma versão modernizada do electropop que grupos femininos da segunda geração entregariam. 

75. Loossemble – Sensitive

Esse foi o ano em que o LOONA se desfez e vários projetos se formaram a partir disso. Só nessa parte da lista tem três, sendo que o segundo é o Loossemble, talvez o dito “mais fraco” dessa leva. Eu acho esse título uma bobagem: tudo que saiu dos restos mortais do LOONA é muito melhor que o grupo em si. O Loossemble, por exemplo, é composto pelas integrantes menos vocais e que, provavelmente, foram preteridas pelo Jaden. Mas acho que elas tão em boas mãos, visto que a empresa é um coletivo de ex-funcionários da BBC que também ficaram revoltados com o destino que o LOONA estava tomando. E aí acontece que Sensitive é bem boa, e muito além disso: é uma homenagem linda à história de um grupo falido que, querendo ou não, foi um evento canônico pra reunir todo mundo num mesmo lugar. Não é a grande música do ano, mas acredito que esse nem seja um objetivo que o Loossemble quer alcançar com Sensitive. Ela é envolta de sentimentalismo, seja pela arte, pela amizade, pelo trabalho, pelo passado. É uma declaração de amor, pura e simples. 

74. Red Velvet – Bulldozer

Não sei vocês, mas sempre tive dificuldade pra enxergar o Red Velvet nesse papel de garotas más de forma mais séria. Bad Boy é uma música que não funciona comigo, por exemplo, porque ela leva essa proposta ao máximo e o resultado é um pouco constrangedor. Por outro lado, uma abordagem mais quirky sempre é um enorme sucesso por aqui, como em Peek-a-Boo, o all-time classic da estranheza e esperteza do grupo. Bulldozer, por sua vez, chega pegando um pouquinho de cada coisa deixada pelo caminho. Ela parece adulta demais com os registros vocais mais graves que o normal, mas as frases de efeito cortam as doses cavalares de sobriedade, lembrando até mesmo alguns trabalhos dos primeiros anos. Esse álbum do Red Velvet não só aparenta ser um fechamento de um ciclo como também é um resgate de memórias. Nada soa muito pedante, chato ou até ofensivo quanto os lançamentos anteriores; parece mais um grupo de amigas que se reencontraram depois de muito tempo e percebem como as interações continuam tão natural quanto antes, mas sem saber por mais quantos meses vão ficar sem se ver. 

73. Heejin – Video Game

E a terceira aparição de uma ex-garota do mês (nessa parte da lista pelo menos) é a Heejin, que também me surpreendeu por querer retomar as rédeas da carreira artística como solista. Na verdade, ainda não entendi muito bem como o ARTMS vai funcionar, se é mesmo um grupo ou um coletivo que, eventualmente, pode trazer algumas colaborações entre si, mas eu não esperava que o Jaden quisesse deixar a Heejin sozinha por enquanto. Daí eu ouvi o álbum e entendi não só que ela sempre foi a garota favorita dele, como também o porquê disso. Em músicas como Video Game, é possível perceber o carinho na produção, o que é estranho já que tudo não passa de um punhado de instrumentos eletrônicos, mas tudo foi arranjado de tal maneira que eu tenho vontade de guardar num pote pra sempre. De forma bem resumida, Video Game é um R&B aos moldes da Ariana Grande, mas, acima de tudo, é muito mais do que isso. Em cada detalhe tem um pouco de pixel, um pouco de cartoon, um pouco de dinamismo, um pouco de… Videogame! O vocal da Heejin saltita de cima pra baixo como um boneco quadriculado numa televisão de tubo em um dos instrumentais mais catitos que eu ouvi esse ano. 

72. Dreamcatcher – OOTD

Na única aparição do Dreamcatcher esse ano, eu vou responder uma pergunta que o Lunei fez no post dele: sim, eu escutei os dois singles do grupo. O primeiro é uma porcaria, parece o último álbum do Avenged Sevenfold. Já OOTD não é tão bom quanto o Dreamcatcher costumava ser, mas pelo menos as referências usadas aqui dão um pouco mais de profundidade pra música. Quanto mais eu ouço, mais eu imagino o Nine Inch Nails no lugar delas porque é óbvio que o Trent Reznor faria uma letra sobre o look do dia ser a respeito de como Deus nos abandonou num ambiente fétido e podre feito o planeta Terra, ou algo assim. Eu costumo gostar bastante quando o Dreamcatcher aposta numas sonoridades não tão óbvias (eu mesma não esperava que elas fossem beber da fonte do post-industrial). Isso acaba renovando o catálogo do grupo e também a fidelidade dos fãs, que podem bater no peito e dizerem que não tem ninguém hoje na indústria fazendo o que elas fazem. Não sei dizer se OOTD subiria mais se tivesse sido lançada mais cedo, mas fico feliz de poder colocar elas num ranking de fim de ano de novo.

71. JINI – Dancing With The Devil

Aparentemente, a JINI sair da JYPE foi o acontecimento mais certeiro pra ambos os lados (quer dizer, tão tentando enfiar o NMIXX numa cilada de novo, vamos ver no mês que vem). Ver a querida soltar um dos melhores EPs de 2023 provavelmente não tinha passado pela minha cabeça, mas abre margem pra que eu passe a ficar de olho nela e esperar ansiosamente pelos próximos lançamentos, se a JYPE não tentar avacalhar de novo. A primeira que morre aqui é Dancing With The Devil, por culpa minha mesmo (vocês vão descobrir bem mais pra frente o motivo). Dizem por aí que o grande nome por trás de faixas homossexuais no pop masculino é o Charlie Puth; não sei se eu concordo totalmente com essa afirmação, mas acho que dá pra dizer que consigo enxergar ele performando essa daqui. É o tipo de música sensual e compassada que ele gravaria, só que, convenhamos: é muito melhor ver uma mulher cantando que tá dançando com o diabo calçando seu salto agulha vermelho no fogo do inferno. Já tinha comentado isso antes, mas a imagem da Dorothy quebrando tudo com a fazenda em Kansas queimando ao fundo é muito forte quando Dancing With The Devil começa a tocar.

Vocês sabiam que agora eu vendo minhas artes? Lá na Colab55 tem algumas opções de produtos com estampas que eu fiz e você pode comprar pra ajudar essa pobre coitada que escreve o blog.

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11 comentários sobre “Pacotão AYO GG | As 100 melhores de 2023 (85-71)

  1. *Provavelmente só quatro pessoas no Brasil todo conhecem e escutam bala: você, o Dougie, a femcelibato e os seios fartos de choi minho. Barla foi a minha favorita delas esse ano e é uma pena que tenha caído tão cedo. Aliás, não só barla como várias outras desse ranking foram de paletó de madeira antes da hora!! Dentre todas as faixas que foram injustiçadas nesse ranking, a que mais me chocou por não ter pego pelo menos um top 40 aqui foi Attitude. Vou com o Guilherme preparar um processinho contra você, esteja atenta!

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  2. é, pelo visto as doze luvas de pedreiro de seoul vão reinar nesse ranking 🥴🥴

    não aceitaremos kiof slander, elas SÃO a novidade mais empolgante do ano

    e queremos underwater top 10 pra reparar ck e bdz são baixo assim

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  3. tirei um tempo pra ler os pacotões só agora e MEU DEUS QUE EMOCIONANTE FEMCELIBATO MENTIONED NO AYOGG ❤

    agora Caramba…. quantas escolhas… Interessantes! Peculiares! je ne se quoi e left right rodando atrás dessa album track toscona do rv? Curioso! ANSIOSA pra ver o que do oec ainda vai aparecer por aí e em qual posição heavenly vai rodar… lerei os próximos posts curiosa pra saber se vai aparecer algum cueca no top tbm…

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