Kpop, Random

As 50 melhores músicas feitas por homens em 2021 segundo a minha ilustríssima opinião

Como eu já comentei algumas vezes, eu não consumo só músicas de artistas femininas, até porque o kpop anda capengando tanto que já não existe mais uma diferença CLARA de qualidade entre os gêneros. Pelo menos na Coreia, os atos formados por mulheres estão cada dia mais se masculinizando em prol de um falso empoderamento, e, com isso, as músicas vão ficando cada vez mais chatas e vazias. Então, sim: eu escuto homem também, mesmo que eu precise garimpar MUITO pra isso. 

Fazia um tempinho que eu queria fazer uma lista dessas, então vou usar 2021 pela última vez antes de seguir em frente com a agenda atual e comentar sobre as 50 músicas mais legais lançadas por boygroups, solistas, bandas, enfim, qualquer coisa que tenha um macho envolvido. E, obviamente, essa lista não vai seguir o modelo do meu top 100; são comentários rápidos, tipo os que eu faço na playlist mensal, sobre cada faixa só pra desovar as coisas que eu andei ouvindo e, quem sabe, influenciar vocês. 

50. BUZZ – Tomorrow Is: Na rabeira, eu não podia deixar de enfiar a minha banda coreana preferida. O Kyunghoon e o BUZZ estão envelhecendo feito vinho e só dessa música não ser um baladão de corno como eles costumavam fazer na década retrasada já tá ótimo. 

49. DRP IAN – Nerves: Não sei quem é esse gostoso, mas achei muito jpop vibes o fato do nome artístico dele ter a sigla da empresa tal qual o Dream fazia quando tava vivo. Já a música é um rock alternativo que tocaria no Tiktok em vídeos conceituais.

48. Colde – Lighter: Eu jurava que disso aqui ia sair um Keep Your Hands Off My Girl do Good Charlotte. E realmente a estrutura da coisa toda lembra um pouco, acho que por isso eu gostei tanto na época. 

47. BTOB – Outsider: Depois do Kingdom, os coitados do BTOB finalmente colheram uns frutos legais na Coreia. Essa música e o álbum todo são surpreendentemente bons, talvez o melhor da carreira deles. 

46. J.DON – Clicker: Eu descobri que essa mona é o líder do N.Flying (que vai aparecer por aqui também) e eu gostei dessa música mais do que eu imaginava. Parece um número que o Pharell Williams cantaria pra um filme infantil + um quezinho de anos 60 se você ouvir bem. 

45. TO1 – No More X: Esse grupo aqui tinha morrido e ressuscitaram recentemente. No More X não é a única música que vai aparecer nessa lista, mas é uma daquelas que eu jamais me imaginaria ouvindo. Gosto da honestidade da barulheira e das voltas que a faixa dá.

44. AB6IX – Cherry: A poczinha do Daehwi e suas amigas formam um grupo bem bacana de ouvir. Eu amei essa Dynamite deles porque fez a Dynamite original parecer um lixo (não que precise de muito também). É muito alegre e ótima pro verão. 

43. U-KNOW – Loco (House Party): Antes de ser pego saindo de um puteiro, o Yunho deixou um mini álbum interessante de se ouvir. Da title eu enjoei rápido, mas essa daí é bem gostosinha. E, bom, eu sou apaixonada no Yunho, se ele cantasse essa no meu ouvido eu amaria.

42. SHINee – Area: Vocês vão ver muito do SHINee por aqui (obrigada por salvarem o kpop, kingos). A primeira é Area, uma b-side maravilhosa do repack que eles lançaram antes do Taemin servir (no exército, não bops). Eu simplesmente amo que o trabalho vocal aqui é tão bem feito que quase vira um à capella.

41. GRAY – Party for the Night (ft. Loco, Lee Hi): Quem não ama ouvir uma música e ser atravessado sexualmente por um “graaay” sussurrado? Eu amo, e amo mais ainda ouvir as músicas do próprio. O álbum tá legal, mas essa daqui com o marido da Hwasa e a gostosona da Lee Hi é sensacional. 

40. Golden Child – Round N Round: 2021 foi o ano que eu descobri essas moninhas e a discografia de milhões que eles têm. Sério, eles sabem servir um ótimo house em praticamente todos os álbuns. Round N Round, apesar de não ser o melhor, é um desses.

39. TO1 – Son of Beast: Falando em house, olha aí o TO1 de novo com a música que marcou o revival do grupo. A tensão de sempre achar que eles vão soltar um son of a bitch com o instrumental de boate é algo a mais, viu? 

38. Young K – Guard You: Eu só sei que essa pessoa é do morimbundo DAY6, e descobri que ele (e qualquer outra pessoa dessa banda que se atreva a lançar algo solo) é melhor que o porco do Jae. Por aqui amamos um rockzinho melódico desses.

37. ATEEZ – Deja Vu: Sim, o ATEEZ sabe fazer coisa boa e eu quero acreditar que quem oferece os armamentos que eles chamam de música é a empresa tentando sabotar o único grupo do catálogo. De todos os FEVER que eles lançaram na história, ouvir Deja Vu e mais nada é uma ótima forma de otimizar seu tempo. 

36. Kai – Domino: Prêmio guilty pleasure do ano. Essa música é tão péssima que faz a volta e fica boa, comparando com a tracklist horrível e bieberificada desse segundo mini álbum. Sem contar que eu amo o contraste da voz grossa do Kai com os gemidinhos que ele solta enquanto canta.

35. SHINee – Atlantis: Pode até ter caído comigo ao longo do ano, mas Atlantis é uma delícia justamente por ser um número do SHINee por completo. É o som-assinatura deles, com os vocais nos lugares certos, tão certos que você consegue adivinhar o que vem pela frente. Não tem como errar.

34. BDC – Moon Rider: Um trio aí que resolveu se aventurar a salvar o kpop masculino e conseguiu, mesmo que eu nunca mais tenha ouvido falar deles. Essa música sozinha é mais relevante do que qualquer outra coisa que grupos mais famosos (sim Stray Kids, estou falando com você) lançou na vida.

33. Seventeen – Ready to love: Muito se falou do Attacca ter vendido horrores e o Seventeen alcançando projeção na Coreia esse ano, mas eu nem liguei. A melhor deles foi essa daqui, que é uma gracinha apenas.

32. ONF – My Genesis (Übermensch): Recomendações indiretas do Arthur que eu paro pra ler e fico interessada. My Genesis é uma loucura: tem rock, tem jazz, parece uma viagem doida de ácido que faria parte da trilha sonora de Cowboy Bebop. 

31. NCT 127 – Breakfast: Acreditem ou não, o NCT 127 apareceu consideravelmente bem aqui nessa lista também. Essa daqui é uma espécie de future house que, pra quem viu o nascimento de músicas como Firetruck, Simon Says e Superhuman, jamais acreditaria que eles fariam a linha The Week um dia.

30. WOODZ – Waiting: Luizinho tem se mostrado um ótimo solista. Parece que ele finalmente se achou depois de ter mais empregos que a Barbie porque tudo que esse garoto toca vira coisa boa. Essa é a mais recente dele e é uma coisa meio latina, meio sensual, meio Santana, sabe?

29. ONEUS – Black Mirror: Outras que sabem servir um house quentinho. Black Mirror tem uma letra viajada pra caralho, mas o que importa mesmo é a música, que entrega muito sem prometer absolutamente nada, principalmente no refrão anticlímax. 

28. EXO – Don’t Fight The Feeling: Não é só porque EXO é meu grupo favorito e porque esse é o primeiro comeback do grupo depois da dispensa do Minseok do exército, mas me lembrou os bons tempos de Power. Sabe aquela energia positiva e alegre? Então, é o que essa música passa.

27. BewhY – Celebration: O BewhY já se tornou meu rapper favorito depois de lançar esse álbum, que é maravilhoso de cima a baixo, lembrando até mesmo os últimos trabalhos do Bruno Mars (naquela vibe mais funk e tal). Essa é a title e eu acho impossível não dançar com ela.

26. OnlyOneOf – libidO: Bom, o Jaden saiu do projeto do LOONA pra dar palco pra esse bando de maricona se pegando no saco por cima das roupas mas sem de fato se pegar. A blogosfera considerou libidO um grande fiasco, mas eu não consigo deixar de cantar “libi-libido machi batjulcheoreom” toda vez que o aleatório sugere.

25. ENHYPEN – Go Big or Go Home: A nova promessa da HYBE (que já tá ficando velha, já que o Bang PD vai lançar mais um grupo em breve) lançou uma ótima música de academia, especialmente pra fazer aeróbica. O nome também é bem sugestivo: fique maromba ou vá pra casa. Bem no pain, no gain mesmo. 

24. Monsta X – Gambler: Sim, querida monbebe, esse é o melhor comeback (coreano, aguarde o restante da lista) do Monsta X desde muito tempo (pra não dizer “desde a saída do Wonho”). O grupo tava perdido e se achou em Gambler, que parece ser uma música de macho qualquer até chegar no refrão, no qual eu sou completamente viciada. 

23. SHINee – Don’t Call Me: Pode ser crime colocar Don’t Call Me na frente de outras do SHINee (e de outras músicas no geral), mas eu defendi essa desde o dia que saiu, principalmente quando disseram que a SM tava NCTzando o grupo. Fato é que o SHINee é tão bom (ou o NCT é tão ruim) que eles transformaram um número desses num bopzão. 

22. Baekhyun – Get You Alone: Quem diria que o debut japonês do Baekhyun seria infinitamente melhor do que qualquer bobagem que ele roubou da gaveta de traps do Justin Bieber (contém ironia)? Tudo aqui combinou com ele e eu não vejo a hora do exército dispensar o nosso Arthur Aguiar pra lançar mais dessas.

21. Wonho – Lose: Não, não é melhor que Open Mind. Mas, considerando a quantidade escassa de machos bombados que se dispõem a lançar um número sensual DE VERDADE dentro do kpop, o Wonho mandou benzaço. 

20. TXT – Anti-Romantic: Essa daqui não tem nada demais, nada mesmo. Só que estourou tanto no Tiktok no ano passado que eu acabei gostando. Mas não se preocupem: as poczinhas da HYBE tiveram coisas bem mais aproveitáveis. 

19. Jinyoung – Dive: A gente viu que o GOT7 teve seu trágico (mas esperado) fim no ano passado, e aí todo mundo daquele grupo resolveu se lançar solo. Eu não gostei de nada além do debut do Jinyoung, que foi, de longe, a melhor tentativa de um ex-GOT7 até agora. 

18. NCT 127 – Sticker: Vocês mandando a polícia federal pra minha casa vendo essa daqui numa lista de MELHORES… Não adianta: assim como eu defendi Don’t Call Me por ser a coisa mais aproveitável da discografia do NCT fora do NCT, eu defendo Sticker por ser a tentativa mais certeira dessa veia “experimental” que impõem tanto a SM. Eu amo Sticker demais.

17. Key – Bad Love: A nossa bicha favorita do kpop lançou um dos melhores álbuns de 2021, recheado de sintetizadores pra quem tava reclamando de saudades da trend retrô. Acho que é a primeira vez que a SM se compromete com o conceito até o fim, tudo nesse comeback é maravilhoso, e Bad Love é o ápice de um solista de lá (chora não, Taemin).

16. LOREN – Need (ooo-eee): Não fazia a MENOR ideia de quem seja essa mona a não ser o fato de que ele é o boy pelo qual as Blackpink choram em Lovesick Girls. Feliz de saber que ele é um roqueirinho fedido com a voz de quem fuma três maços de Eight por dia e por quem eu facilmente consigo desenvolver uma paixonite. E a música é boa, ouçam. 

15. WOODZ – Chaser: Numerozinho retrô do WOODZ que funciona muito bem no vocal agudo dele. Não que ter um estilo seja ruim (Wonho e Taemin por exemplo servem ballroom de qualidade pra gente e amamos ouvir), mas ele é único solista que consegue demonstrar versatilidade de verdade hoje em dia. E eu vou provar com outra música mais pra frente.

14. Golden Child – DDARA: Olha aí as mariquinhas de novo, evoluindo o som daquela outra faixa e lançando de single essa maravilha. É tão house comum de blogosfera que parece muito uma música descartada da Chungha. Eu queria morar no instrumental milionário dessa daqui. 

13. NCT 127 – Save: Precisou uma outra gravadora intervir pra dar uma música decente pro NCT 127, resultando na, possivelmente, melhor música da história desse grupo (num geral mesmo, contando todas as units do projeto NCT). Eu sou fissurada no refrão, principalmente nos vocais do Taeyong. Obrigada Amoeba Culture por mostrar cultura de verdade pra esse povo. 

12. SHINee – Heart Attack: Outra faixa lugar comum do SHINee que eles fazem muito bem e a gente ouve como se nunca tivesse ouvido nada parecido antes. Heart Attack tem a energia do grupo lá em 2015, quando eles revolucionaram a indústria e lançaram View, dando início a todas as outras músicas desse tipo. 

11. Epik High – Rosario (ft. CL, Zico): Os caras somem por quatro anos e voltam com essa pedrada. Eu ouvi Rosario por 2021 inteiro sem enjoar porque eu acho tudo incrível nela, o refrão na voz da CL ficou lindo, e o instrumental misturando flamenco (e a guitarra espanhola) com hip-hop não faria sentido se não fosse executado pelo Tablo.

10. Pentagon – Do or Not: Assim como Monsta X, a gente achou que nunca mais o Pentagon lançaria uma tão boa quanto Shine depois que o Dawn foi expulso do grupo. Mas aconteceu, e Do or Not é a melhor tentativa deles em muitos anos. A música é uma fofura, é refrescante, quase um recomeço pros caras. Não aceito críticas.

09. ONEUS – Luna: Se não fosse uns versos entupidos de autotune e o break horroroso, Luna disputaria fácil o top 3 da lista. Jamais imaginei topar com a junção de música folclórica com retrô oitentista, mas ficou tão bom de ouvir que, sério, me faltam palavras. A posição é pelos motivos acima, mas eu fiquei vidrada desde a primeira vez que eu escutei. 

08. N.Flying – Video Therapy: Rock sujo como gostamos de ouvir. Aprendam, bandas coreanas: vocês só vão conseguir me conquistar quando lançarem uma dessas. Me senti em casa com Video Therapy por ser muito o estilo que eu escuto quando resolvo fugir do kpop (se bem que eu escuto qualquer coisa). 

07. Monsta X – About Last Night: Eu nem sabia que o Monsta X ia lançar um álbum inteiro em inglês junto com o filme deles, mas acho que foi a melhor coisa que a Starship fez com eles até hoje. A tracklist toda é muito bem pensada pra promoção internacional e essa tentativa meio The Weeknd de acontecer é a faixa mais incrível da história do grupo. Olha esse break fumado de sintetizadores no refrão, sério!!!! 

06. Kang Daniel – Digital: E falando em The Weeknd, o menino Daniel lançou sua própria versão de Blinding Lights e foi muito bem sucedido. Tem exatamente aquela aura dark da música original e, bom, a gente sabe que muitas letras dele falam de temas pesados. Digital é um ótimo estilo pro Daniel continuar explorando e levantando questões importantes dentro do kpop. 

05. BewhY – Incheon Airport Freestyle: Sabe quando você pega uma música de elevador e subverte ela em algo completamente diferente sem tirar a essência da música de elevador? Não, né? Nem eu, só descobri ouvindo essa daqui, que é nada menos que genial. É como se pegassem essas músicas ambiente e remixassem com uns pa pa pum por cima. Fez tudo o que o vaporwave tentou e não conseguiu.

04. DAY6 – One: Vou te falar que eu nunca me prestei a ouvir nada dessa banda, e a maior referência que eu tenho (que é o Arthur) odiou esse álbum aí. Só que não consegui passar impune pela balada retrô e melancólica que é One, mesmo com os vocais de gralha do Jae. A vibe que essa música me passa é de uma tristeza avassaladora, daquelas que você não sai do lugar, só é arrastado pelo sentimento. Provavelmente vai ser a primeira e única faixa deles que eu vou ouvir na vida.

03. WOODZ – Feel Like: ESTA É A BRABA!!!! O auge da sensualidade do WOODZ mora aqui, que já brinca muito com esses riffs misteriosos de guitarra, mas em Feel Like a coisa se eleva. O vocal dele passeia solto pelo instrumental que parece de um filme noir, é como se ele tivesse provocando quem escuta a se sentir feito algo que ele nunca fala o que é. WOODZ lhe passa a bufa, aceitas?

02. SHINee – Body Rhythm: Se o SHINee já consegue fazer muito bem coisas que eles já são acostumados a fazer, o que dizer de músicas que eles nunca fizeram antes? Aliás, quando foi que a gente imaginou o grupo cantando um reggaeton tão tradicional e tesudo quanto esse? O sétimo álbum deles rendeu demais comigo e essa foi a minha favorita durante um bom tempo, até que outras mariconas lançaram algo que se conectou comigo de um jeito que nem passou pela minha cabeça.

01. TXT – LO$ER=LO♡ER: Sim, o quinteto de emos apareceu com essa daqui que me matou demais, em todos os sentidos. De repente, eu vi a Rafinha de, sei lá, 13 anos, revoltada com um sistema do qual ela não fazia parte por ser só uma adolescente, que passava lápis no olho e cortava a franja em casa. Todos os fragmentos da minha adolescência ecoaram nesse comeback do TXT, que não foi só o melhor de 2021, como deve ser uma das melhores tentativas de um boygroup nos últimos tempos. É lindo, é emocionante e é frágil, a síntese do emocore pra quem viveu essa época. 

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8 comentários em “As 50 melhores músicas feitas por homens em 2021 segundo a minha ilustríssima opinião”

  1. No decorrer do ano eu fiquei pensando oq vc achava das faixas masculinas, legal q vc fez o post xD!!

    CHOCADO de N.Flying estar aqui T^T E da planfetagem do ONF e do Golden Child dar as caras tbm kk Só surpreso pelo do DAY6… Eu fiquei com tanto ranço desse álbum (e dps do Jae) q nem lembro cmo soa kk

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  2. Deus tá vendo vc tacando a lenha no Stray Kids em um parágrafo aí, mas colocando uma porrada de músicas do NCT (incluindo STICKER!!)

    Mas fora os faves nem tendo chance na sua playlist de machos, tem músicas muito boas, e em especial esse top 3 belíssimo, e acredito que Loser Lover foi a música de boygroup q eu mais ouvi ano passado e eu nem curto muito o TXT.

    Curtido por 1 pessoa

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