Pacotão AYO GG | Melhores de Setembro/21

Olá! Sejam bem-vindos a mais um Pacotão, dessa vez destrinchando o mês de setembro, que foi… Ruim. A inconsistência desse ano tem me deixado um pouco desanimada pra comentar, mas daí eu lembrei que, depois de 2015, parece que nenhum ano ímpar foi bom de verdade no kpop. Só nos resta agonizar esperando o final de 2021 e depositar todas as nossas esperanças no ano que vem. 

Por causa disso, da chatice violenta que se tornou o Girls Planet 999 nessa reta final e dos milhares de problemas pessoais que eu tive, o mês por aqui foi um pouco parado. Ainda assim, conseguimos um pouco mais de 6,5k de views, com 2 mil visitantes e 14 posts. Não canso de agradecer pelo alcance que o blog tem. Obrigada!

Os cinco posts mais acessados de setembro são todos referentes ao Girls Planet 999, sendo que dois deles são de julho! Isso fez com que, pela primeira vez, o AYO GG tenha posts que passam das mil views. Eu tenho certeza que, a essa altura, se pesquisar o programa no Google, vai aparecer o blog na primeira página, e eu não sei lidar com isso. Enfim, vamos lá:

– Meu primeiro ranking do Girls Planet 999 (baseado nos vídeos de introdução) continua bombando! Entrei lá e percebi que, das nove gatinhas, só duas continuam na disputa. Péssimo olho o meu;

– O post com as primeiras informações do programa segue firme na segunda posição;

– O recap do episódio cinco, comentando a primeira eliminação;

– O recap do primeiro episódio, com a Yaning humilhando a Yujin, pode ser o terceiro post do blog a conseguir seu primeiro milhar;

– E o recap do episódio seis, com os preparativos pra Combination Mission.

Não tenho planejamentos novos pro blog, mas saibam que eu estou dando meu máximo pra continuar com o cronograma que eu criei logo no começo. Em breve, sai o unboxing do álbum da Sunmi lá no canal e alguns posts diferenciados conforme eu tiver com mais tempo livre. Ainda to pensando se eu vou cobrir o programa novo da FNC e o reality da MBC, to meio traumatizada com o andamento do Girls Planet 999 e sei que eu vou odiar o grupo final, mas… Vamos ver, né? Se vocês gostam dos meus recaps, me deixem saber se querem ver mais. 

Enfim, caso você seja novo aqui no blog e não saiba o que é o Pacotão, seguem as regras:

– Parece óbvio, mas são apenas lançamentos FEMININOS da Coreia do Sul e do Japão.

– A lista contém apenas singles lançados em maio, reservando a grande lista de fim de ano pra juntar tudo (inclusive as b-sides) pra saber o que realmente foi bom durante 2021.

– Serão dez músicas em ordem decrescente, apenas com os vídeos acompanhando. Playlist só no fim do ano.

10. WJSN – Let Me In

Faz um tempinho que o WJSN tem acertado nas músicas e não foi diferente com Let Me In, ótima parceria do grupo com o aplicativo Universe (que também tem produzido uns conteúdos bem proveitosos). O único problema é que os conceitos não conversam muito bem; a Coreia tá no outono e essa teria sido uma música de verão muito legal. Poderiam tirar algum boygroup fuleiro que promoveu com o aplicativo em julho e colocar as gatinhas lá, faria um barulhinho considerável. Mas o grupo tá numa crescente muito boa depois da virada de chave no começo do ano. 

09. fromis_9 – Talk & Talk

Quem vem surpreendendo também é o fromis_9, que sobreviveu a dois escândalos de manipulação de votos e a ida pra Pledis, e ainda continua entregando coisa boa. Talk & Talk pode não ser a melhor coisa que você vai escutar (ainda acho o refrão meio caído), mas só o fato delas fazerem uma continuação direta de WE GO e ainda usando o artifício do isolamento social como conceito do MV foi uma coisa que me conquistou. Como eu tinha comentado, Talk & Talk ainda carrega essa ideia otimista que todos nós tínhamos no começo da pandemia, de se divertir em casa e tal, mas com os problemas do cotidiano de quem mora em apartamento. Muito divertido e trouxe um quentinho pro coração.

08. YUKIKA – Tokyo Lights

Ela não tem divulgação, ela não tem apoio da empresa, mas ela tem o povo! YUKIKA continua traçando seu caminho na Coreia, mas deu uma paradinha pra relembrar de casa nessa que é a reinvenção do city pop. Tokyo Lights é uma fofura só, como somente a YUKIKA sabe fazer, uma música cheia de sininhos e guitarras características da época e um MV que lembra bastante os shoujos mais retrôs. É uma carga de nostalgia pra quem nunca viveu esse cenário, e um ótimo “debut” da YUKIKA no Japão.

07. BIBI – PADO

Eu não lembro de ter visto alguém comentando essa música, mas eu gostei tanto… PADO é bem gostosinha, com um MV meio filosófico e umas conotações sexuais, e o rap é uma delícia à parte. Tinha tudo pra eu não gostar e achar uma chatice, mas cresceu muito comigo nos últimos dias. Talvez seja a melhor da BIBI desde Eat My Love, e eu prefiro quando ela entrega esses números menos cabeçudos (eu odiei o último EP dela, só pra ter uma ideia).

06. AKB48 – Ne mo Ha mo Rumor

Essa daqui saiu essa semana, mas é tão raro o AKB48 lançar alguma coisa boa que, quando vem, a gente se delicia. Ne mo Ha mo Rumor é o primeiro single após a volta da Hitomi ao grupo e, mesmo que ela não tenha pegado o center, ela se destacou bastante (até porque ela manteve o cabelo loiro também). Certamente é um estilo diferente pro AKB48, mas espero que isso seja o início de uma renovação sonora pro grupo, porque é meio melancólico ver as vendas cada vez mais baixas (pra quem vendia 1kk que nem água). 

05. Purple Kiss – Zombie

Zombie é ótima. O Purple Kiss poderia cair no óbvio e lançar mais um trap misterioso, mas elas resolveram cair de cabeça num funkzinho à la Bruno Mars com um MV que é pura brincadeira de Halloween adiantada. A música tem alguns defeitos, só que ela é tão carismática que eu nem me importo tanto no final. O refrão é tão irritantemente grudento que até hoje eu me pego cantando “zombie-bae-bae-bae” enquanto faço minhas coisas. Eu sinto que o mundo não deu o devido valor pra essa daqui. 

04. AiNA THE END – Romance no Chi

A AiNA THE END continua sendo um ponto fora da curva, um dos motivos que me fazem recorrer ao jpop nos momentos de marasmo. Romance no Chi tem tudo de melhor que ela sabe fazer: ser sombria e diferentona, pronta pra causar uma revolução apocalíptica enquanto dança sensualmente de salto entre fósseis. Essa música tem uma pitada enorme de caos, parece o tipo de trilha sonora que eu ouviria no fim do mundo. Incrível ver uma artista com tantos momentos altos numa carreira tão curta. 

03. STAYC – Stereotype

Escutando pelas primeiras vezes depois da review (ou seja, de forma orgânica), eu me perguntei se Stereotype é tudo aquilo que eu escrevi, mas acho que a gente tem se acostumado com algumas sonoridades específicas no kpop. A essa altura, o STAYC conseguiu estabelecer uma identidade musical, algo que a gente escute e pense “isso aqui é do STAYC”, e eu fico feliz que um dos grupos mais promissores dessa nova geração tem lançado umas coisas tão simples, mas ao mesmo tempo, fora da caixa. Stereotype é uma graça, e viciante nos momentos mais inesperados.

02. Lee Hi – Red Lipstick (ft. Yoon Mirae)

Lee Hi explodindo de gostosa num disco music? Temos! Contrariando as normas da OMS que outro ato dessa lista fez questão de cumprir, Red Lipstick é o grande retorno da Lee Hi depois de finalmente se livrar do encosto da YG. E dá pra ver como isso fez bem pra ela, só de ver as festinhas no quarto e a pegação no elevador dá vontade de morar nesse MV pra sempre. Eu fiquei completamente apaixonada por essa música, a vibe é tão gostosa e me traz uma alegria enorme. Espero que ela lance umas animadinhas assim de vez em quando só pra não perder o costume. 

01. LOONA – Hula Hoop

…Eu só não escutei tanto a de cima porque o LOONA lançou Hula Hoop e, bom, minha vida se resumiu a isso nos últimos dias. Acho que o impacto de me encantar pelo grupo depois de TANTO tempo me deixou fissurada em Hula Hoop, mas o instrumental dessa música é tão mágico, eu amo o sintetizador que percorre ela toda, me causa um tipo de sentimento positivo que eu não sei explicar. Tudo aqui é muito empolgante, pela maior parte do tempo a faixa vai crescendo numa constante de alegria, quase como se um meteoro me atingisse de surpresa e me esmagasse com tanta felicidade. Era tudo que eu tava precisando depois de passar por tanto perrengue. A situação atual do grupo me deixou triste de verdade porque eu quero ouvir outras coisas semelhantes a Hula Hoop que me deixem genuinamente feliz. No mais, um debut do caralho! 

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Autor: Rafa

26 anos, de São Paulo e ativa nessa vida de pop asiático há mais tempo do que eu gostaria.

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