Segunda-feira, 28 de agosto de 2023. Não sei na sua cidade, mas no momento em que escrevo esse post, Pirituba registra 14 graus. Mais uma semana começou com o combo perfeito pra deixar qualquer um de mau humor, até porque ninguém quer sair cedo da cama num frio desses. Tinha tudo pra ser um dia horrível, já que esse clima sempre me deixa deprimida, se não fosse por uma única notícia:
De repente, eu senti uma felicidade avassaladora atravessando meu peito, como se tudo finalmente fizesse sentido. Sabe aquela música do Barão Vermelho, onde o Frejat fala que dançaria tango no teto e limparia os trilhos do metrô? Foi como eu me senti ao ver o perfil oficial do TWICE anunciando São Paulo como parte da turnê Ready To Be, apesar de já suspeitar de algo desde quando a JYPE meteu imagens aleatórias do Brasil num vídeo promocional lá no começo do ano (era do Rio, mas enfim). Todo esse tempo eu senti que algo faltava dentro de mim, e, depois disso tudo, parece que a última pecinha da minha vida caiu no seu devido lugar.
Não tem data oficial de venda de ingressos e faltam alguns meses até o dia do show chegar, então pra extravasar toda essa euforia e obsessão que eu to sentindo em relação a essa notícia, resolvi revisitar toda a discografia do TWICE de forma rápida pra discutir as minhas 50 faixas favoritas do grupo. Serve também como uma boa playlist de aquecimento caso você planeje ir ao show, até porque eu tenho um ótimo gosto.

50. Perfect World: Abrindo a lista, o número de mina fodona do TWICE que ninguém esperava que viesse um dia (ainda mais depois de todas as lacradas popzudas que elas vinham dando) e, provavelmente, é a única dessa seleção que eu não gosto. Mas reconheço que foi uma tentativa surpreendente.
49. LALALA: A primeira canetada boa da Jeongyeon é um Motown pop misturado com abertura heróica de tokusatsu (se é que faz sentido). Eu acho LALALA bem sapeca, uma das melhores faixas girly do TWICE lançadas durante o estranho período de transição que elas atravessaram em 2018
48. Touchdown: Nessa primeira fase do grupo, elas sabiam entregar músicas potentes de torcida organizada como ninguém. Touchdown é a versão evoluída de Cheer Up, recheada de brass music, banda marcial e efeitos sonoros literais que levam a gente pra um intervalo de um jogo de futebol americano com as líderes de torcida sacudindo os pompons.
47. Precious Love: Essa é bem bonitinha, quase um número do GFRIEND em começo de carreira. Precious Love faz a gente mergulhar na inocência do early kpop, quase uma homenagem aos girlgroups da época. O JYP é um desgraçado cheio de referências, é de se esperar que o retrô aqui seja bem trabalhado.
46. Knock Knock: Parece um pecado falar em 2023 que Knock Knock é um single fraco do TWICE. Se eu fizesse essa lista uns três anos antes, talvez nem aqui ela estivesse, mas eu me acostumei com ela. O instrumental é uma gracinha, principalmente no refrão. Traz a mesma sensação de sentir um algodão doce derreter na boca.
45. BDZ: Essa daqui é uma relação de amor e ódio (ultimamente tem sido amor). É uma daquelas músicas inacreditáveis, mas que dão super certo no jpop. Quem produziu isso aqui deve ser um fã de Morning Musume porque não é muito difícil imaginar o Tsunku lançando essa pra Sayumi Michishige dançar antes da graduação.
44. What is Love: Talvez uma das grandes polêmicas dessa lista é matar What is Love tão cedo. Tá, eu entendo o apelo dessa música, sei que ela é super emocionante, quase um pop perfection dessa primeira fase do TWICE, mas não é novidade pra ninguém como esses singles açucarados costumam me perder rápido. Quem sabe eu revisite de novo.
43. Three Times A Day: Em 2017, o TWICE falava de ETs e também de mandar nos homens. A letra dessa é engraçada, mandando o cara ir à merda e namorar os próprios amigos por cima de um reggaeton sensual, coisas que não se esperavam do grupo. Logo elas teriam seu próprio desabrochar sexual, mas deve ter começado aqui.
42. Better: Demorei pra gostar de Better. Talvez por 2020 ter sido tão bom pro grupo, eu simplesmente apaguei a existência disso da minha cabeça, mas ela tem umas viradas muito boas. O pré-refrão apocalíptico muda o curso de tudo e vai caminhando por um instrumental bem sinistro até que a retomada mais pop resgata a música do limbo.
41. Blame it on Me: Já se passaram uns meses desde o último comeback coreano do TWICE e não canso de dizer como elas emularam tão bem o country rock. Blame it on Me é puro espírito de Nashville, quase como se o Johnny Cash ressuscitasse e resolvesse compor pra um bando de mulheres coreanas.
40. How u doin’: Uma produção sem vitamina ou personalidade do Nakata pro Perfume, quase uma prima distante de Time Warp. Mas a gente precisa ser sincero sobre esses lançamentos japoneses do TWICE: eles são fracos. Então ter uma faixa legal perdida nesses full albums do grupo é sempre bom.
39. Turn it Up: Daqui pra frente, vai meio que ter uma overdose do primeiro EP do TWICE de 2019 porque ele é bom demais. Turn it Up engana a gente com os primeiros segundos ameaçando uma música qualquer de cafeteria, mas isso jamais seria permitido no trabalho mais dance pop delas até o momento.
38. Hot: Sim, essa daqui sugere exatamente o que o nome diz. É música de gostosa pra celebrar o quanto mulheres gostosas são gostosas, daquilo de ter uma aura diferente das demais e despertar o interesse por onde quer que seja. Foi a primeira vez que uma faixa de (quase) verão do TWICE sugeriu algo além da festa na piscina pra adolescentes.
37. Get Loud: Hino feminista da mãe Jihyo ensinando que lugar de homem é na cadeia. Mesmo que pareça um pop vencido meio leste europeu, Get Loud tem os elementos exatos que fazem o kpop ser tão divertido, principalmente quando o gênero tava se preparando pra virar a década.
36. Stuck In My Head: Mesmo caso da de cima, só que soando como uma derivação do Little Mix em 2015, ou algo assim. Mas é tão divertida! O instrumental é dinâmico, como se fossem peças de Lego se encaixando na sua frente. Nada nessa época conseguia fazer uma música de boygroup soar tão feminina.
35. Scientist: Ouvindo esse álbum de novo, fica claro que Scientist foi uma das piores escolhas pra single. Quer dizer, tinha coisa bem mais legal aqui, mas ao mesmo tempo, é como se ela homenageasse o que o TWICE fazia de melhor nos seus primeiros anos, mas numa embalagem bem mais madura.
34. Queen: Eu amo essas faixas perdidas nas estações. Queen é bem veranesca, mas saiu num álbum de outubro, e tá tudo bem porque ela traz calor pra um lançamento que deveria ser o mais introspectivo até então. No mais, essa música é uma das primeiras que desponta a Dahyun como a melhor letrista do TWICE.
33. Espresso: Nossa, como eu lembro do quanto massacraram essa música. Não sei direito o porquê, se é por soar tão mecânica quanto um chefão de videogame, se são os vocais mais graves e eletrônicos, se é por tá pro final do álbum (que é grande), mas Espresso deve ser uma das faixas mais curiosas do TWICE.
32. Girls Like Us: Outro pop velho e mofado, mas é tão bom. Tem a cara da Charli XCX no começo da carreira e não à toa, já que a própria é creditada na composição. Sei lá, tem uma melancolia aqui, como se a gente se desse conta de que os melhores anos das nossas vidas estivessem acabando. Amo.
31. Set Me Free: Pela posição, você pode perceber que Set Me Free faz parte de uma fase acomodada do TWICE, mas com o tempo eu aprendi a gostar. Ela carrega esse clímax constante, como se a todo momento fosse acontecer algo e deixa a gente com a expectativa lá em cima. Esse é ogrande defeito dela? Pode ser, mas continua sendo boa.
30. Yes or Yes: Sabe o que me fez gostar disso aqui? As reviews que eu fazia pro Girls Planet 999. De tanto que eu precisei ver os episódios, eu percebi que essa grande despedida do TWICE do bubblegum pop provavelmente é um dos grandes atos incompreendidos da carreira do grupo. Uma belezinha.
29. Ding Dong: Esse é o exato tipo de música que eu não gosto de ouvir. Mas o refrão é tão lindinho, com todos os ding-ding-ding dong-dong-dong… Não consigo dizer não. Parece que eu estou prestes a chutar um filhote de gato toda vez que eu penso em passar no player. Foi assim que eu passei a gostar.
28. Kura Kura: A discografia japonesa do TWICE é sempre um grande 50/50. Tem gente que gosta e defende, tem gente que é fácil contar nos dedos os lançamentos bons. E nessa, Kura Kura sempre fica dividida porque ninguém sabe exatamente o que sentir com ela. É como se fosse uma bolacha de água e sal. Talvez por isso esteja na metade da lista.
27. Alcohol-Free: Com o anúncio do show no Brasil, tá rolando um apelo coletivo pra que essa daqui seja tocada em sua terra natal. Eu concordo: nunca um grupo de kpop foi tão brasileiro. Continuo achando Alcohol-Free o melhor exemplo de pesquisa musical, tanto pro verão quanto pras regiões latinas que claramente serviram de inspiração.
26. Jelly Jelly: Uma bomba de serotonina, e mais uma dessas faixas pré-2019 que se amarravam em dar pro TWICE por ser o sinônimo de pop fofinho que elas vinham apresentando muito bem no primeiro ano de existência. Eu ainda acho que Jelly Jelly soa diferente das outras dessa época, como um chiclete azedo que fica docinho no final.
25. Make Me Go: Diferente de Alcohol-Free, esse EP já é um bom exemplo do que não fazer com o seu grupo de meninas no verão. Referências batidas pra 2020 fazem com que o lançamento no geral seja esquecível dentro da discografia do grupo, se não fosse por Make Me Go, que é de uma crocância espetacular.
24. Cry For Me: Essa cafonice na frente de vários possíveis faves… Quanto mais o tempo passa, mais eu acho Cry For Me brega, mas sei lá, às vezes essas músicas me conquistam de um jeito que eu não consigo largar. Não tenho culpa se o JYP tem 30 personalidades e uma delas é a Olivia Rodrigo.
23. Bring it Back: Muito mais compreensível em execução e legal que a de cima, Bring it Back é um ótimo pop sóbrio, lado até então meio inédito pro TWICE. Parece que o dubstep é o vilão da história, mas, de forma surpreendente, só acrescenta ainda mais mistério pra faixa. Eu disse que a Dahyun era um destaque positivo nesse álbum.
22. The Feels: A estreia do TWICE em solo norte-americano foi cercado de algumas incertezas, mas é inegável o fato de que elas acertaram em cheio. A sonoridade, o visual, tudo é usado pra não só pousar de um jeito estelar no ocidente, mas pra dizer também que o grupo não estava de passeio por aqui (o tempo diria que sim, estava).
21. Sandcastle: É o mesmo caso de Kura Kura, com a diferença de ser uma bolacha com uma raspa de requeijão por cima. Ninguém lembra dessa música porque o último álbum japonês do TWICE é horrível, mas eu encontrei isso aqui perdido por lá e adotei como a melhor faixa nipônica não-promocional delas.
20. Wallflower: Depois que inventaram de ser latinocoreanas, o TWICE nunca mais parou. De vez em quando, alguém lembra de dar uma canetada tropical e, até o momento, não tiveram erros. O que eu gosto é que cada tentativa soa diferente; não tem nada sonoramente tão sombrio quanto Wallflower na discografia delas.
19. Like Ooh-Ahh: Tudo começou aqui. Um girlcrush diferenciado, com o instrumental desajustado e vocais esquisitos, mas funciona tão bem. Sempre pensei em Like Ooh-Ahh como um canto de sereia, só que a sereia é uma adolescente doidinha com dor de garganta. É explosiva, alegre, divertida, tudo que um debut em 2015 precisava ser.
18. Signal: Demorou seis anos. Seis fucking anos até o tempo inocentar Signal. Eu lembro quando isso saiu e, pra quem tinha vivido a febre de TT, foi uma experiência quase extra-corpórea, mas de um jeito ruim. Nada funciona nessa música, mas talvez seja a graça. Nunca foi pra funcionar; gosta quem quer.
17. More & More: No balaio de perdões, esqueceram de colocar essa também, mas não tem problema. O TWICE conseguiu transformar um tropical EDM numa das suas faixas mais esquisitas e drogadas, num período onde elas já tinham ultrapassado a linha do amadurecimento e queriam experimentar. Por mim, tudo bem.
16. Baby Blue Love: Em 2021, o TWICE reviveu o disco pop muitas vezes. E o mais impressionante é que, mesmo que algumas tentativas sejam mais fracas que outras, elas nunca deixaram a peteca cair. Baby Blue Love mora do melhor lado. É refrescante e mantém o tom lá em cima do começo ao fim.
15. Cheer Up: Analisando anos depois, eu acho engraçado como Cheer Up tinha tudo pra dar errado. Sempre achei a estrutura dela bizarra, bem nada a ver mesmo, até arrocha (?) tem no meio. Mas, de algum jeito, foi um sucesso estratosférico que quebrou os charts coreanos. Não importa quanto tempo passe, essa sempre vai ser a assinatura do grupo.
14. Cruel: Mais uma canetada certeira da Dahyun, que sabe expressar os sentimentos de nós, mulheres, como ninguém. Cruel é dissonante e até um pouco fria, como se um vento percorresse um buraco no nosso peito, mas ela quer que você sinta exatamente isso. TWICE também serve depressão feminina.
13. TT: Isso aqui me traz uma nostalgia tão grande… Apesar de Cheer Up representar o TWICE perfeitamente, acho que TT é aquela faixa que faz com que eu lembre do grupo sempre que alguém me pergunta sobre. Sei lá, tem uma melancolia estranha nela, que me emociona nos momentos errados. Uma faixa muito querida.
12. Talk That Talk: O que se repete aqui, mas não por ser uma música que conviveu comigo durante anos ou algo assim; é aquele sentimento contraditório que arrebata a gente de vez em quando. Quando ouço Talk That Talk, principalmente o refrão, eu penso em um ônibus saindo da rodoviária de madrugada. Talvez seja a TT para adultos.
11. Likey: Essa foi uma das primeiras músicas do TWICE que eu gostei logo de primeira. Foi a primeira que me dediquei a aprender a coreografia, a primeira que passei horas pesquisando sobre, a que fez eu me render ao grupo de vez. Pode não ser a melhor, mas tem um lugar bem quentinho dentro do meu coração.
10. Breakthrough: Um dos únicos momentos onde a carreira japonesa delas prometia horrores (quer dizer, prometeu, mas não imaginava que seria literalmente), Breakthrough tem até um nome curioso. Elas tinham uma playlist do E-girls no celular e um sonho de serem tão babadeiras quanto, dá nem pra acreditar que elas quase conseguiram.
09. Fake & True: Na mesma linha, surgiu Fake & True, que segue sendo a melhor faixa nipônica do TWICE. Nem parece tudo isso, mas sei lá, essa música é mágica. É como se eu tivesse jogando a fase do cassino no Sonic Adventure com a Sana dançando vestida de Nights, seja lá o que significa. Esperando pacientemente as divas superarem essa.
08. Feel Special: “Meu Deus, como assim isso aqui tá em oitavo”, queridos, esse top 10 é tão babilônico que eu nem sei se a ordem importa mais. Não vou mentir que já tive épocas de cara fechada pra Feel Special, mas ela é involuntariamente emocionante e fica difícil resistir. O JYP é um filho da puta que sabe o que faz.
07. I Can’t Stop Me: Durante os primeiros meses da pandemia, o kpop se jogou de cabeça no synthpop. E o TWICE, já estabelecido, não deixaria de seguir a onda, mas ninguém esperava que elas levassem tão a sério. Tudo aqui grita anos 80 de uma maneira tão genuína que eu me pego duvidando que essa música vai completar só três anos.
06. Scandal: Essa delícia… Nada me tira da cabeça que existe um sample de Violent Breathing, da trilha sonora do primeiro Streets of Rage. E o melhor: que o TWICE se gaba por ser um bando de gostosonas em cima desse instrumental. Sou obcecada por essa música desde que saiu e não tem previsão de melhora.
05. SOS: E pra provar que o Taste of Love é o EP mais consistente da carreira do grupo, elas fecham a tracklist com essa daqui, que deve ser a coisa mais verão que existe. Sabe aquela sensação devastadora de ser adolescente e ter que voltar pra casa depois das férias de verão e deixar um grande amor pra trás? É, eu também não sei, mas ela tá aqui.
04. Moonlight: Fechando essa trinca veranesca (e convenientemente antes do top 3), o TWICE resolveu vestir seu melhor terno branco de ombreiras largas e um grande bigode pra personificar o Lionel Ritchie em All Night Long, só que de um jeito tão kpop que eu não consigo explicar. É uma experiência, eu garanto.
03. Up No More: Eu queria muito saber o que a Jihyo tinha no dia que escreveu essa daqui, que é a música da carreira dela. Sério, a bicha deveria tá tão dissociada pra botar a letra mais triste da história num instrumental tão gostoso, achei muito Akina Nakamori da parte dela. Eu aprendi a amar Up No More conforme os anos e parece que esse sentimento só cresce.
02. Love Foolish: Assim como eu queria saber o quanto a Momo deveria estar explodindo de tesão pra assinar a melhor álbum track do TWICE até hoje. É impressionante como Love Foolish traduz todos os sentimentos que uma mulher pode ter em relação ao amor em um pouco mais de três minutos, daquilo de ir do céu ao inferno por pura paixão. O refrão ofegante que soa como um gemido de alguém abandonada é um charme a mais. E tudo isso no instrumental mais bucetudo que você pode imaginar.
01. Fancy: Tá, vamos lá. Todo mundo sabe que em 2019, o TWICE resolveu crescer e desabrochar, e Fancy foi a faixa responsável por encabeçar essa virada de chave. Essa história sobrevive de ano em ano como uma lenda, mas é quase como se a gente visse uma menina virar mulher diante dos nossos olhos. O que me faz pensar que Fancy é insuperável até hoje é que poucas vezes o pop para garotas foi tão sincero e cativante, de ser uma arma poderosa pra expressar sentimentos verdadeiros e gritar a plenos pulmões que a gente gosta de alguém. Às vezes, o que o kpop precisa é copiar um grupo japonês mal das pernas e chamar de rebranding. Costuma render músicas históricas.
Vocês sabiam que agora eu vendo minhas artes? Lá na Colab55 tem algumas opções de produtos com estampas que eu fiz e você pode comprar pra ajudar essa pobre coitada que escreve o blog.
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FANCY MELHOR MUSICA SIM E DEFENSORES DE FEEL SPECIAL ACALMEM SEUS KUS AI E ACEITEM!!!
ODEIO O FATO DA JYPE TER FEITO A CAGADA DE LANÇAR ESSA MUSICA EXATAMENTE NAS SEMANAS DE KILL THIS LOVE E BOY WITH LOVE, E ACABAR FICANDO SEM CHANCES DE COMPETIR PRA SOTY NAS PREMIAÇÕES DE 2019, SE FOSSE LANÇADA ALGUMAS SEMANAS ANTES EU TENHO CERTEZA QUE O IMPACTO DELA SERIA AINDA MAIOR…
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Top50 melhores músicas do twice:
1. Feel Special
Obrigada por ler!
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SENHORA, SEGURE AI QUE FANCY SUPERIOR ATÉ O FIM!
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Não
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sem briga aqui senhoras
e fancy é a melhor música do twice mesmo
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Hot lá em baixo enquanto algumas atrocidades que nem deveriam estar na lista estão… E AINDA MAIS EM CIMA. Rafa, você é uma criminosa!!!
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