Xepa AYO GG | Lançamentos que não deram tempo de comentar

Bom, normalmente quando uma semana é vazia no blog, eu costumo reclamar sobre a agenda de lançamentos bizarra do kpop e do jpop por conta da pandemia (e idols que não respeitam o isolamento), mas dessa vez a culpa foi minha mesmo. Eu tinha alguns posts pra fazer e deixei de lado porque surgiu uma vontade enorme de assistir anime essa semana (tanto que eu terminei uns dois e to assistindo mais dois; aliás, se você, leitor, tiver conta no MyAnimeList, pode me adicionar lá pra acompanhar meu histórico e trocar recomendações). 

Enfim, hoje a Xepa saiu bem tarde porque eu tive um problema com o meu monitor (o recap do segundo episódio do Girls Planet 999 vai atrasar por conta disso também, acho que o post tá 20% pronto só), então nem vou me prolongar muito, a gente tem bastante coisa pra comentar hoje. 

HYO – Second (ft. BIBI)

E não é que a Hyoyeon finalmente voltou com uma música legal? Juro pra vocês que eu não curtia nada dela desde Wannabe, e acho que eu prefiro mesmo essa vibe mais descontraída dela. Second é perfeita pro verão, gostosinha e alegre do jeito que tem que ser e também dá pra transformar isso num viral bem menos forçado que Dessert. Considerações: não gosto do break. Não da estrutura dele, mas acho longo demais, e também foi uma péssima participação da BIBI no negócio todo, talvez nem precisasse arrancar a gata da cama pra isso. No geral, gostei muito mesmo, principalmente do refrão. 

Dasom, Hyolyn – Summer or Summer

Se o Thiaguinho tá sempre promovendo o verão no Brasil, a Coreia do Sul deixa isso a cargo da Hyolyn, mesmo que ela tenha se aventurado em produções mais intimistas nos últimos meses. Confesso que eu caguei pra tudo que ela lançou antes de Summer or Summer; pra mim a Hyolyn é isso aqui: pé na areia, caipirinha, água de coco e a cervejinha. E, ao se juntar a Dasom, elas reviveram tempos em que o Sistar dominava todos os quatro ventos com suas músicas contagiantes de verão. Não é aquele Batidão Tropical™ que a gente tava acostumado a ouvir do grupo, como Touch My Body ou Shake It, mas é uma música bem gostosinha e nostálgica, até por conta do background que esse lançamento tem. E como a gente tá fraco de verão esse ano, ver a Hyolyn se juntar com outra gostosa do Sistar pra cantar um pop-reggae é tudo de bom. 

YOUHA – Cherry On Top

Depois da maravilhosa, absolutamente deliciosa Abittipsy, a YOUHA retornou com o que parece ser um pré-release de um futuro EP. Cherry On Top é mais uma música de verão que segue uma linha mais… Calma (parece que tá virando uma tendência). É bem praiana e tem gosto de caipiroska, mas não sei se eu ouviria de novo. Pelo menos a performance tá uma gracinha, amei o cenário. 

Hi-L – Too Too (22)

Preenchendo a cota de debuts que eu encontro na minha timeline do Twitter, temos esse tal de Hi-L. Estranhamente, isso aqui tá de decente pra bom. Não sei se é porque me lembrou algum lançamento do começo da terceira geração que tá enterrado na minha memória ou, sei lá, se tá bom mesmo, mas achei a música simpática. Considerando os péssimos debuts que tivemos nos últimos tempos, Too Too se saiu bem comigo. 

MAKAMAKA – Hey U

Eu não fazia ideia de que o Sangmin tava produzindo um grupo, e também não sei dizer se isso é bom ou não (dado ao histórico financeiro dele). Acontece que o MAKAMAKA ficou um ano parado e retornou com um cover do Chakra (grupo feminino também produzido pelo Sangmin lá nos anos 2000). Gostei da versão atualizada da música; naquela época, o mundo todo tinha uma certa fixação pela cultura indiana e Hey U deu uma envelhecida meio capenga, então o cover ficou interessante de ouvir, até mesmo por trazer elementos que estão na moda no kpop hoje em dia, como um break meio industrial. Não existe a mínima chance disso fazer sucesso, mas ganhou pontos pela produção com o mínimo de qualidade. 

PEDRO – Natsu

Pra quem não conhece, PEDRO é o projeto solo da Ayuni D, do BiSH. Ela escreve e compõe aqui, e eu gosto do astral dos lançamentos porque tira aquela roupagem pesada e constrangedora que o BiSH muitas vezes coloca nas músicas. Natsu poderia ser a abertura de um shounen de lutinha com um fandom extremamente tóxico, tipo uma temporada aleatória de Boku no Hero Academia ou Boruto; ainda bem que não é porque, apesar de ser uma música legal, receberia atenção exagerada assim como outros lançamentos que animes desse tipo proporcionaram. 

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Autor: Rafa

26 anos, de São Paulo e ativa nessa vida de pop asiático há mais tempo do que eu gostaria.

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